quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Selo de Origem


Como o próprio nome diz é uma certificação que valoriza um produto de uma determinada região.
A cidade de Paraty conquistou o Selo de Origem referente a produção de cachaça.

A produção começou por causa de uma característica da região de Paraty. O município tem uma média de chuva de 2,5 mil milímetros por ano. Com isso, a cana que nasce no lugar não produz um bom açúcar, mas a cachaça tem excelente qualidade. No século 19, havia mais de 100 engenhos na região. Com a abolição dos escravos e sem mão-de-obra, a atividade entrou em decadência. Hoje, existem no lugar apenas sete produtores, que se uniram para aproveitar a vantagem de manter a tradição.
É fácil identificar o selo de indicação de procedência, que fica no gargalo da garrafa e serve para proteger a produção da cachaça dos tipos tradicional branca, ouro, prata e, no caso de Paraty, da aguardente azulada, bebida típica da região que leva na composição folhas de tangerina.
Para conquistar o selo os produtores tiveram que estabelecer um padrão. O desafio foi unir a tradição com a tecnologia, sem perder o aspecto artesanal da cachaça, uma das características que garantiram a certificação. A cachaça branca fica nos tonéis de aço inox, que conserva o sabor original da cana. A prata fica em tonéis de madeira brasileira, como amendoim ou jequitibá. Já para a cachaça ouro são reservados tonéis de carvalho francês ou bálsamo, que dá mais cor e aroma para a bebida.
Fonte:  http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2012/10/certificacao-ajuda-impulsionar-producao-de-cachaca-de-paraty-rj.html




quarta-feira, 10 de outubro de 2012

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

MAIS UMA DOSE




Fabricada, produzida e engarrafada por Lucimar Raimundo Pinto, Fazenda Retiro do Sol, estrada de Itabirito, Km 11, Distrito São Gonçalo do Bação, Itabirito (MG), a cachaça COBIÇADA apresenta-se em garrafa de 500 ml com graduação alcoólica de 40 %. 
O rótulo não é atrativo, em destaque uma imagem retratando um vilarejo, já o contra-rótulo apesar das informações falta o lote e data de engarrafamento.
A cachaça é nova, branca, límpida. O aroma remetendo a cana, terra molhada. O sabor é agradável, leve, uma pinga que tem certa neutralidade.

A Cobiçada foi um presente da minha esposa Francilene.




Foto: Cavic

quinta-feira, 4 de outubro de 2012




Essa ilustração foi enviada pelo amigo Rafael David, quem diria... o Batman tomando uma.



Ilustração: Elcerdo

domingo, 30 de setembro de 2012

 
Cheguemos na festa que o portão bateu

Festeiro alegre me arrecebeu

Lá pra dentro estavam uns amigos seus

Já veio uma pinga tudo ali bebeu

Meu peito velho já desenvolveu





Gato de três cores 
Carreirinho

sábado, 22 de setembro de 2012

Tomando uma...


Com mais de vinte anos o Bar do Dante é um ótimo lugar para beber uma cachaça saboreando o tradicional bolinho de carne. Durante 12 anos foi bar e mercearia onde hoje se localiza o Bar Jacobina, depois foi para o atual local onde esta há 9 anos.
Estive no Bar do Dante no sábado de manhã, fui recebido por um dos donos, o seu Levi, sócio e pai do Dante que contou algumas histórias e exaltou o salgado mais cobiçado do lugar, o bolinho de carne que chegou a ser vendido 1000 unidades em uma única festa do evento Bohemia. Saboreei o bolinho de carne acompanhado de uma cachacinha produzida no norte do Paraná curtida no guaco, como o seu Levi relatou: “a cachaça no guaco ajuda limpar o pulmão”. Seguindo o seu conselho tomei mais uma dose, a pinga estava bem temperada.
O ambiente é amistoso, com muitas fotos na parede retratando o Seu Levi, o Dante e também a cidade de Curitiba na década de 1940.


Seu Levi, corrida do dia do Soldado

Seu Levi


Posto São Luiz - 1940, Domingos Foggiatto, acervo Cid Destefani



Cachaças temperadas: guaco, amburana, banana e catuaba


Cozinheiras fazendo o pré-preparo da feijoada

Seu Levi e Dante

O camarada Erik




Bar do Dante
R. Conselheiro Carrão, 194
Juvevê, Curitiba - PR



Fotos: Cavic

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Salve a Cachaça!




O dia 13 de setembro refere-se ao dia nacional da Cachaça, essa data foi definida pelo Ibrac (Instituto Brasileiro da Cachaça).
No século XVII foi proibida a comercialização da Cachaça no Brasil, a corte Portuguesa pretendia apenas permitir a venda da Bagaceira, bebida típica de Portugal. Com isso houve uma revolta que favoreceu a legalização da Cachaça no dia 13 de setembro de 1660, ficando marcado assim como a Revolta da Cachaça.
As fotos postadas aqui são de autoria do conceituado fotógrafo Araquém Alcântara, pertence ao livro “Cachaça” que tem o texto produzido pelo sommelier Manoel Beato.





Januária - MG

Januária - MG

Montes Clarinhos - MG

Paraty - RJ



Fotos: Araquém Alcântara

domingo, 9 de setembro de 2012

Ilustra...


Essa ilustração foi desenvolvida para a animação Livro Trailer, Senhora de José de Alencar.






Ilustração: Cavic

domingo, 2 de setembro de 2012

Tomando uma...

Ponte para Ilha dos Valadares, Paranaguá - PR 



No antigo Mercado Municipal do Café em Paranaguá, atualmente é o centro gastronômico de frutos do mar, precisamente no Box 11 encontrei o senhor Arnaldo que reside na cidade desde 1974, pessoa extremamente amistosa que relatou sobre o prédio construído no século XIX onde já tinha sido usado como centro de comercio de escravos e depois transformou em Secretaria Municipal da Fazenda. E foi no box 11 que tomei um cachacinha conversando com o seu proprietário, o Arnaldo, que foi muito atencioso demostrando ser um defensor do patrimônio cultural da cidade.



Mercado Municipal do Café







Arnaldo, proprietário do Box 11



Leandro e o Seu Arnaldo

Prédio na frente do Mercado do Café, já foi utilizado como Prefeitura Municipal

Antigo Mercado de peixes construído em 1914, hoje Mercado do Artesanato







Fotos: Cavic




sexta-feira, 31 de agosto de 2012


Com quinze anos de idade
Mudei pra cidade
Saí da escola
Era rapazola
Deixei de estudar 
Fui caixeiro num bar
Trinta mil réis por mês
Pra servir os freguês
Vendendo cachaça
Aturando ruaça

Minha Vida

Tião Carreiro e Pardinho

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Registrando...



 O seu Ricardo, ilustre desconhecido, homem rural, saiu do estado de São Paulo para o estado do Paraná na década de 1950, veio plantar café. No vídeo postado comenta sobre a decadência do café e relata fatos curiosos, como o dia em que um circo passava pela cidade e teve um acidente com o caminhão que transportava os leões, um deles escapou causando pânico na pacata Itaúna do Sul.


 



















Fotos: Cavic


domingo, 19 de agosto de 2012


Dentro a noite adentro
A afogar suas frustrações
Com pouco dinheiro e a pior das intenções
Bebeu o que pode da cachaça mais vulgar
Ébrio como um cão
Foi posto pra fora de um bar



Indigestão de um Desertor
Giovanni Caruso e o Escambau