domingo, 12 de setembro de 2010

Engenho do Diquinho

Localizado na cidade de Morretes, Paraná, o Engenho Diquinho Leal cujo nome pertencia ao antigo proprietário, hoje é administrado por Marisa do Rocio Leal, que herdou do pai a missão de continuar a saga de produzir cachaça.
O engenho tem mais de 60 anos, a moenda é movida por roda d'água, os tanques de fermentação são de madeira, mas estão providenciando para trocar por aço inox.
Produzem três tipos de cachaça, a nova, a envelhecida em dornas de castanheira e a envelhecida em carvalho, sempre preocupada com a qualidade da cachaça procurou fazer cursos conhecendo o processo usado pelos engenhos de Minas Gerais, chegou a utilizar o fubá na fermentação da cachaça, mas achou que os seus clientes não gostaram do resultado, hoje em dia utiliza o fermento comum.
Quem tiver interesse em conhecer o Engenho Diquinho Leal ele fica 10 quilômetros do centro da cidade, estrada do Anhaia km 12, ou pode falar direto com a Marisa Leal (41 – 3416 3104).


Engenho Diquinho Leal







Alambique

Roda d' água







Casa com lambrequim, estrada do Anhaia

Igreja centenária do Anhaia

Pau-ferro centenário

Localização dos engenhos de Morretes







Fotos: Cavic

quinta-feira, 2 de setembro de 2010




Ilustração: Cavic

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Homem rural...

Seu Ricardo Sattoriva...

Conferindo os palanques da mangueira (curral)
Quebrando o cupinzeiro e colocando solução anti cupim







Fotos: Cavic

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Retratos do transporte público






















Série: Retratos do transporte público 09

Caneta ponta porosa

Cavic

domingo, 15 de agosto de 2010

MAIS UMA DOSE






Produzida e engarrafada pela destilaria Engenho D’água LTDA, fazenda Cabral, Paraty (RJ), a cachaça Coqueiro envelhecida apresenta uma garrafa exclusiva (900 ml), tampa de alumínio, formato agradável, rótulo simples e funcional, no contra-rótulo passa informações sobre o envelhecimento e destaca a família Mello que produz cachaça desde 1803.
A cachaça é envelhecida de 1 a 2 anos, as madeiras utilizadas é o carvalho e o amendoim, a graduação alcoólica é de 44%.
A sua cor é levemente amarelada. O aroma equilibrado, adocicado, um leve cheiro de baunilha. Mantém uma textura oleosa, sabor robusto, agradável, um pouco adocicado, final levemente etílico.




Preço: R$43,00

Foto: Cavic


quarta-feira, 11 de agosto de 2010


Balcão de bar
Ilustração: Cavic

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Claymore


O bar Claymore, ou bar do Paulo, é um ótimo lugar para saborear uma cachaça.
Localizado em Curitiba tem como donos os irmãos Paulo e Cido Almeida, possui em torno de 35 tipos de cachaça e também 48 tipos de cerveja.
O lugar é amistoso e acontece o velho rock and roll nas tardes de sábado.
O termo claymore vem de claidheamohmor, que significa “espadão” em gaélico. A espada claymore tem dois gumes, arma escocesa usada do século XV ao início do século XVII.
Fonte: Armas e Armaduras. Editora Globo, São Paulo, 1990.


Salve Paulo!











Observando instrumento de caça (arco e flecha)






Cachaça Santo Grau






Fotos: Cavic


quarta-feira, 4 de agosto de 2010

domingo, 1 de agosto de 2010

Wäls Quadruppel



Tive o prazer de saborear a cerveja mineira Wäls Quadruppel, uma cerveja marcante que vai cachaça na sua receita.
A Wäls Quadruppel apresenta em seu aroma toques de madeira, cachaça, o sabor remete ao toffee, madeira, maltes. Tem teor de álcool de 11%, no processo de maturação da cerveja é adicionado chips de carvalho que foram “curtidos” na cachaça, daí que vem os toques de madeira e cachaça.
Estive conversando com o Rodrigo Campos Oliveira que passou umas informações.
O Rodrigo mantém um blog que comenta sobre cervejas. Olha aí:
http://paraquevocerveja.blogspot.com/
A Wäls Quadruppel degustada foi em chopp, mas ela também é comercializada em garrafas de 375 ml e 750 ml, fechadas com rolha.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Cachaças do Paraná

Aconteceu no final de maio de 2010 em Curitiba no Mercado Municipal, o evento Cachaças do Paraná onde teve palestras, degustações, produtores, gastronomia e o 1° Concurso de Cachaças do Paraná. Foram julgadas 32 cachaças, obtendo o seguinte resultado:

CATEGORIA ENVELHECIDA
GRANDE MEDALHA DE OURO
“Cachaça Alavanca Envelhecida – Lote 142” com 95 pontos obtidos.
“Cachaça do Sudoeste, Armazenada em Tonéis de Cabriúva” com 94 pontos obtidos.
“Cachaça Porto Morretes Reserva - Lote LRT105” com 93 pontos obtidos.

MEDALHA DE OURO
“Cachaça do Sudoeste, Armazenada em Tonéis de Amburana” com 88 pontos obtidos.
“Cachaça Porto Morretes Ouro - Lote L9302” com 88 pontos obtidos.

MEDALHA DE PRATA
“Cachaça do Sudoeste Reserva” com 87 pontos obtidos.


CATEGORIA NÃO-ENVELHECIDA
GRANDE MEDALHA DE OURO
“Cachaça Quaty - Produtora Miracila Menegotto” com 93 pontos obtidos.

MEDALHA DE OURO
“Cachaça do Sudoeste Prata” com 90 pontos obtidos.

MEDALHA DE PRATA
“Cachaça Porto Morretes Prata - Lote L9321” com 85 pontos obtidos.
“Cachaça Quaty - Produtor Dilnei Stuani” com 87 pontos obtidos.
“Cachaça Quaty - Produtor Reginaldo Martins” com 84 pontos obtidos.
“Cachaça Terra Vermelha Armazenada” com 84 pontos obtidos.






A classificação teve como critério a pontuação mínima de 93 pontos para grande medalha de ouro, 88 a 92 pontos para medalha de ouro, 83 a 87 pontos para medalha de prata e 80 a 82 para medalha de bronze. No caso da cachaça Quaty, por pertencer a uma cooperativa teve várias premiações com produtores diferentes.
A cachaça cada vez mais impondo como bebida de qualidade, o estado do Paraná vem destacando-se como produtor, deixando de ter como referência apenas a cidade de Morretes e apresentado novos caminhos como a região do Sudoeste.

A cachaça presente na gastronomia, foi o que apresentou o chefe de cozinha MARCOS DE CARVALHO PIMENTEL , elaborando vários pratos, como o “mignon ao molho de cachaça” e a sobremesa “banana da terra com cachaça e crocante de pistache.
O especialista em qualidade de cachaça e professor da Universidade Federal do Paraná, Agenor Maccari Júnior, esteve ministrando palestras de degustação. Segundo Maccari uma taça é a ferramenta ideal para saborear a bebida, já que evita a evaporação e permite que a cachaça vá até as bordas. Ela deve ser ingerida em uma dose pequena para envolver a língua com o álcool. Depois disso, quando se respira, fica um resíduo na boca, que identifica os sabores: ácido, amargo, salgado e doce. “O retrogosto é definido quando a boca está fechada e o ar é expirado pelo nariz. A sensação quando volta aos pulmões é a prova final da qualidade da cachaça”
(Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/bomgourmet/conteudo.phtml?tl=1&id=1012345&tit=Bem-vindo-as-melhores-cachacas )



Mignon ao molho demi-glace e cachaça
Fotos: Cavic



quarta-feira, 14 de julho de 2010

Retratos do transporte público



Na volta do trabalho percorro 18 quilômetros, na maioria das vezes utilizo o transporte público. Durante esse trajeto procuro observar algumas pessoas e ao chegar em casa elaboro os retratos que deu origem a série Retratos do Transporte Público.


Série: Retratos do transporte público 09

Caneta esferográfica

Cavic

domingo, 11 de julho de 2010

Sorriso
Regado a cana e a esperança
Da vitória no baralho
Vive seu marasmo dia a dia
Não é amor e nem dinheiro o que ele quer
Ele já tem o que a vida deu
Paz




Velhos Ebrios
Rodrigo Faleiros - JENNIFER MAGNÉTICA


quarta-feira, 30 de junho de 2010

MAIS UMA DOSE


A Salinas, cachaça produzida na Fazenda Salinas Ind. e Com. De Bebidas Ltda, Novo Horizonte,MG, apresenta-se em garrafa simples de 600ml.
A cachaça saboreada de lote 01/017, tem graduação alcoólica de 42%, mantém um rótulo simples, agradável, tendo uma imagem que remete a um casarão.
A Salinas é levemente amarelada, o aroma suave, adocicado e amadeirado (sutil). O sabor também é um pouco adocicado lembrando a madeira (bálsamo).
Essa cachaça foi um presente do amigo Sileno.
Foto: Cavic