quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
domingo, 18 de janeiro de 2015
MAIS UMA DOSE
Parol é um
recipiente de madeira onde era usado para guardar a cachaça por
longo período.
A cachaça do Parol
lote 01/08 apresenta um rótulo em duas cores, impresso em papel
reciclado com uma textura que lembra a fibra da cana, a imagem deve
estar relacionado com o “parol”.
A bebida tem 40% de
graduação alcoólica, produzida e engarrafada por Borgatti e
Borgatti LTDA, Fazenda Capão do Meio, Curvelo – MG.
A Parol tem um
visual muito agradável, escorre de forma oleosa pelo copo. Como é
uma cachaça armazenada em barris de carvalho tem um cheiro de
baunilha, mel, erva doce, pera e um pouco de cana. Na boca desce
suave, a madeira se apresenta de forma sutil.
A cachaça do Parol
foi um presente da amiga Eguimara.
Foto: Cavic
sábado, 17 de janeiro de 2015
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
sábado, 13 de dezembro de 2014
Tomando uma...
Luciano e Cabeceira
Tem lugares que
nos faz sentir muito bem, é o que acontece quando estou no bar do Cabeceira. Um boteco singelo, localizado na área rural de Ivinhema,
Mato Grosso do Sul. O seu proprietário é Antônio Teodoro, vulgo
Cabeceira, mineiro de Paraguaçu, morou em Araçatuba (SP) e no mês
de agosto de 1968 veio para o Vale do Ivinhema. Abriu o bar em 1974
com o nome “Bar dos Mineiros”, mais tarde mudou para “Bar do
Cabeceira”.
O bar é famoso
na região, ao seu lado tem um campo de futebol que foi palco de
grandes espetáculos do time Palmeirinha, formado na gleba Vitória
onde está localizado o boteco.
As cachaças que
tem no bar não são de boa qualidade, acabei tomando uma “garrafada”
de Pau Maleitoso, como o próprio Cabeceira falou: “bom se tiver
com queima”.
Palmeirinha
Troféus referente as premiações do Palmeirinha
Cabaça para colocar uísque
Pau Maleitoso
Fotos: Cavic
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Gastronomia sertaneja
O livro Gastronomia
Sertaneja tem como autora Ana Rita Dantas Suassuna, prima de Ariano
Suassuna. O conteúdo refere-se a culinária regional, precisamente
da cidade de São José do Egito no estado de Pernambuco. A autora
buscou preservar a memória da família através de receitas que
foram passadas por gerações, as vezes de maneira oral ou registradas
de forma manuscritas no velho livro de receitas.
O livro é bem
ilustrado com as aquarelas de Meire Oliveira, é divido em vários
capítulos, um deles sobre as bebidas, tendo como destaque a cachaça:
“Entre as bebidas
alcoólicas, a mais conhecida e usada é a aguardente, de incontáveis
denominações.
Na região, consegui
relembrar as seguintes: cachaça, cana, abrideira, pinga e até o
nome das de rótulos mais comuns como Serra Grande, Aliada.
Expressões como
“vou tomar uma Aliada”, “me dá uma Serra Grande” são
bastante comuns no meio do povo, na hora de pedir uma dose de
aguardente.
É servida pura, em
pequenos copos de vidro (doses), nas bodegas, feiras livres, mercados
e em casas de famílias de qualquer condição social. De uso
sistemático, a aguardente funciona como digestivo, se acompanha
comidas pesadas, a exemplo da buchada, do sarapatel, da dobradinha,
da mão de vaca, de torrados de caças.
Um grogue, uma
bicada, um trago, uma lapada, um “goipe” (gole), uma talagada
referem-se a doses da bebida”(SUASSUNA,2010, p. 152).
Ana Rita Dantas Suassuna - Gastronomia Sertaneja
SUASSUNA, Ana Rita Dantas. Gastronomia Sertaneja: receitas que contam histórias. São Paulo: Editora Melhoramentos, 2010. p. 203
Foto: Cavic
sábado, 1 de novembro de 2014
terça-feira, 28 de outubro de 2014
Estrada Real da Cachaca
A Estrada Real esta localizada nos estados de Minas Gerais,
São Paulo e Rio de Janeiro, com 1600 km de extensão, eixo principal do ciclo do
ouro no século XVIII.
O documentário Estrada Real da Cachaça retrata o caminho
saindo de Minas Gerais em direção a Paraty (RJ), mostra o valor que a cachaça tem na
cultura popular, religião, economia e na antropologia. Apresenta bom conteúdo
e uma linguagem que foge do tradicional.
“Todo mundo usava a Estrada Real, era o caminho que tinha, o
médico, o bandido, a prostituta, o tropeiro... comerciante”.
“Dois produtos básicos da alimentação do homem colonial...um
era a mandioca e o outro era a cachaça, seja do escravo, seja do senhor de
engenho”.
(Frases citadas no documentário)
terça-feira, 2 de setembro de 2014
domingo, 31 de agosto de 2014
Balas Zequinha...
O palhaço Zequinha foi personagem das balas produzidas pelos
irmãos Sobania em Curitiba (PR) por volta de 1928 a 1967. O palhaço era
retratado nas figurinhas em diversas situações: Zequinha Gangster, Zequinha
Selvagem, Zequinha Suicidando-se, Zequinha Mendigo, Zequinha Peixeiro, Zequinha
Satisfeito, Zequinha Condenado, Zequinha Viúvo, Zequinha atravessando na faixa
e tantos outros.
Na figurinha Zequinha Embriagado o personagem aparece caído,
talvez rodeado de garrafas de cachaça como é visto na imagem:
Documentário de Carlos Henrique Tulio – “ Zequinha Grande
Gala” (2005)
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Ilustra...
A animação Fique
Atento foi produzida pela equipe Multimeios, o conteúdo faz um
alerta para uma alimentação saudável.
ILustrações: Cavic
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Cachaça e Causos...
A Cachaça vai além de
uma bebida destilada, faz parte do folclore brasileiro, presente na
música, na religião e nos causos caipira. O vídeo postado é
referente ao programa Senhor Brasil da TV Cultura, apresentado por
Rolando Boldrin que teve como convidado o músico Dominguinhos.
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