sábado, 19 de dezembro de 2009
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
MAIS UMA DOSE

Reserva do Gerente, lote 03, fabricada pela Indústria e Comércio de Bebidas Reserva do Gerente Ltda, Guarapari (ES).
A garrafa tipo exportação (700ml), o rótulo não tem uma boa aparência, apresenta uma logomarca que lembra uma marca de gado.
A cachaça é prata, graduação alcoólica de 42 %. O aroma é doce, agradável e pertinente. Apesar de ser uma pinga não envelhecida, ela desce macio, saborosa.
Preço: R$ 23,40.
A cachaça é prata, graduação alcoólica de 42 %. O aroma é doce, agradável e pertinente. Apesar de ser uma pinga não envelhecida, ela desce macio, saborosa.
Preço: R$ 23,40.
sábado, 12 de dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Retratos do transporte público

Estou elaborando uma série de desenhos (retratos).
Na volta do trabalho percorro 18 quilômetros, na maioria das vezes utilizo o transporte público. Todo o percurso é feito em uma hora e dez minutos. Durante esse trajeto procuro observar algumas pessoas e ao chegar em casa elaboro os retratos que deu origem a série Retratos do Transporte Público.
Retrato do Transporte Público 01
Caneta esferográfica
Cavic
domingo, 29 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Maminha no contraste
A amiga Aline Higa, artista plástica, gourmet...elaborou uma receita que tem como ingredientes principais a cachaça, o café e a maminha (carne bovina).
Hoje ela esta morando em Porto Alegre (RS), todas as terça-feiras à noite prepara alguns pratos no Tutti Giorni, a Maminha com contraste como ela relatou é...“ simples de tudo, mas super interessante”.
Vamos a receita com as palavras da própria Aline:
Marinar uma peça de maminha com pimenta branca, pimenta preta, cebola e bastante cachaça. Assar a bichinha e fazer um molho com o rôti e/ou o suco que ficaram na forma. Engrossar com farinha de trigo e, só no final, acrescentar mais cachaça.
No prato, servir uma porção de arroz e sobre ele acelga crua chiffonade. Servir a carne com o molho, e sobre ela cenoura em jardinière branqueada, grãos de café quebrados e, sobre todo o prato, raspinhas de limão.
Chiffonade: é aquele corte que a gente costuma fazer na couve, que fica uns fios. É importante que a acelga não fique em fios muito grossos pra ela não concorrer com a textura do café.
Jardinière: são cubos de mais ou menos meio centímetro, e pra branquear, é só colocar na água fervendo e quando estiver um pouco macia, mas ainda firme, escorrer e colocar em água gelada. Esse processo é uma maravilha, ela fica mais colorida e mais fresca!
Os grãos de café já são torrados, é só apoiar (um por um) a lâmina da faca, deitada, e apertar. Não deixe que fiquem moídos, é pra sentir quebrar também no dente.
A Aline Higa mantém um blog muito bom e bem apresentado que se chama Caderno de Cozinha.
Confira:
http://cadernodecozinha.blogspot.com/
Realmente esse prato criado pela Aline é muito bom, elaborei em casa, ficou saboroso. O sabor da cachaça na carne de forma sutil contrastando com o café, como intitulou: Maminha no contraste!
Valeu Aline!
sábado, 21 de novembro de 2009
MAIS UMA DOSE

A cachaça Volúpia vem de Alagoa Grande (PB), tem como fabricante Agro Industrial Lagoa Verde LTDA. A pinga é orgânica, prata, 42% de graduação alcoólica, nova descansada, a madeira usada é o Freijó.
O aroma é agradável, remete a cana e levemente a madeira. Seu sabor equilibrado, leve, a madeira esta presente, mas de forma sutil.
Essa cachaça foi um presente do Marco koch.
O aroma é agradável, remete a cana e levemente a madeira. Seu sabor equilibrado, leve, a madeira esta presente, mas de forma sutil.
Essa cachaça foi um presente do Marco koch.
O preço esta em torno de R$ 19,00.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Colecionador de Cachaça
Nessa semana (09/11/2009) saiu uma matéria no Globo Rural sobre o maior colecionador de cachaça, segue uma parte do texto que esta no site:
Um biólogo do sul de Minas Gerais entrou para o Livro dos Recordes pelo grande número de garrafas de cachaça que tem em casa. Há anos, ele coleciona exemplares de várias partes do mundo. Entre as mais de 13 mil garrafas estão bebidas raras, muito antigas e cheias de história.
A cachaça mais valiosa da coleção vale cerca de R$ 18 mil. É uma homenagem ao Rei Pelé. “Na primeira vez que o Brasil foi campeão mundial de futebol na Suécia; quando ele voltou para o Brasil, alguém tinha lançado essa cachaça com o nome dele. Ele não quis ver o nome dele associado à bebida alcoólica, entrou com um processo, conseguiu recolher e quase todas foram quebradas. Sobraram meia dúzia de garrafas e uma delas é essa”, contou seu Messias.
A coleção do seu Messias entrou para o Guinness Book, o Livro dos Recordes, como a maior coleção de cachaças do mundo. Quando recebeu o certificado, em julho deste ano, eram 12,8 mil garrafas. Hoje, cerca de quatro meses depois, já são mais de 13,5 mil.
Para ver o vídeo:
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1156264-7823-MINEIRO+COLECIONA+MAIS+DE+13+MIL+GARRAFAS+DE+CACHAA,00.html
Um biólogo do sul de Minas Gerais entrou para o Livro dos Recordes pelo grande número de garrafas de cachaça que tem em casa. Há anos, ele coleciona exemplares de várias partes do mundo. Entre as mais de 13 mil garrafas estão bebidas raras, muito antigas e cheias de história.
A cachaça mais valiosa da coleção vale cerca de R$ 18 mil. É uma homenagem ao Rei Pelé. “Na primeira vez que o Brasil foi campeão mundial de futebol na Suécia; quando ele voltou para o Brasil, alguém tinha lançado essa cachaça com o nome dele. Ele não quis ver o nome dele associado à bebida alcoólica, entrou com um processo, conseguiu recolher e quase todas foram quebradas. Sobraram meia dúzia de garrafas e uma delas é essa”, contou seu Messias.
A coleção do seu Messias entrou para o Guinness Book, o Livro dos Recordes, como a maior coleção de cachaças do mundo. Quando recebeu o certificado, em julho deste ano, eram 12,8 mil garrafas. Hoje, cerca de quatro meses depois, já são mais de 13,5 mil.
Para ver o vídeo:
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1156264-7823-MINEIRO+COLECIONA+MAIS+DE+13+MIL+GARRAFAS+DE+CACHAA,00.html
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
MAIS UMA DOSE

A cachaça Engenho d´Ouro vem de Paraty (RJ), o rótulo não consta informações sobre o fabricante, graduação alcoólica e lote, talvez por ser clandestina, a bebida foi adquirida há três anos atrás.
A bebida é branca, acho que nova (apenas descansada na madeira), tem uma aparência licorosa, limpa. Mostra certa acidez no aroma, arde um pouco o nariz. O gosto é discreto, um pouco ácido no final.
Essa pinga foi um presente do amigo Marco Alexandre de Souza Serra, o vulgo Kiko.
A bebida é branca, acho que nova (apenas descansada na madeira), tem uma aparência licorosa, limpa. Mostra certa acidez no aroma, arde um pouco o nariz. O gosto é discreto, um pouco ácido no final.
Essa pinga foi um presente do amigo Marco Alexandre de Souza Serra, o vulgo Kiko.
Não tenho o preço.
Foto: Cavic
domingo, 25 de outubro de 2009
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