quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Visões de um ébrio








Estas fotos foram produzidas buscando passar a sensação da visão de uma pessoa embriagada, para isso foi usado sobreposição de imagens no próprio negativo, ou seja, elas não foram montadas com um programa para edição de imagens.


Fotos: Cavic

Local: Kim Bar, Ivinhema, MS

domingo, 30 de janeiro de 2011

Retratos do transporte público













Série: Retratos do transporte público 12

Caneta esferográfica

Cavic






Na volta do trabalho percorro 20 quilômetros, na maioria das vezes utilizo o transporte público. Durante esse trajeto procuro observar algumas pessoas e ao chegar em casa elaboro os retratos que deu origem a série Retratos do Transporte Público.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Tomando uma...






O Kim Bar é um lugar rústico, onde os brutos bebem, jogam sinuca e bebem. O proprietário, o amigo Fernando sempre esta com o computador conectado na internet no período de funcionamento. O Kim Bar é o único bar que abre aos domingos por volta das 6h30, já estive lá no domingo assistindo o globo rural e tomando uma...





Caneca Festa do Chopp, Nova Londrina (PR), 1973 - Caneca Festa do chopp, Loanda (PR), 1977





Fernando Cola e Jean Caverna saboreando as cervejas: Soqueira ilex Cão blond ale e a Venenosa imperial IPA




KIM BAR
Av. Honduras, 55
Ivinhema - MS



Fotos e Vídeo: Cavic

sábado, 22 de janeiro de 2011

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

MAIS UMA DOSE


A cachaça apresenta uma garrafa ocre de 900 ml com conta-gotas, a graduação alcoólica é de 40%, o rótulo não é agradável, mas funcional.
A Caninha de Ouro é fabricada e engarrafada pela Indústria e Comércio de Aguardente Ferreira Ltda, sítio Ferreirinha, bairro do Quilombo, Conceição dos Ouros (MG).
A bebida é branca com boa aparência. O aroma não é bom, tem um leve cheiro acético. O sabor um pouco adocicado, mantém no final uma “queimação” no fundo da língua.
Foto: Cavic

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Cerveja com levedura de Cachaça



A cerveja Carolweiss produzida pelos mineiros Felipe Viegas e José Eduardo Marinho, apresenta algo novo, adicionaram na fermentação leveduras utilizadas na produção da cachaça, devido a isto a cerveja apresentou um teor alcoólico maior, acelerou o processo de fermentação e acentuou novas características aromáticas.
Agora os criadores desta cerveja de trigo pretendem oficializar o reconhecimento da “Weiss mineira” no Beer Judge Certification Program (BJCP), entidade internacional que serve de guia de estilos de cerveja.

Para ter mais informações:

http://cbn.globoradio.globo.com/colunas/pao-e-cerveja/2010/12/03/MINEIRO-CRIA-CERVEJA-DE-TRIGO-FERMENTADA-COM-LEVEDURAS-DE-CACHACA.htm

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Se não tem água Perrier eu não vou me aperrear
Se tiver o que comer não precisa caviar
Se faltar molho rose no dendê vou me acabar
Se não tem Moet Chandon, cachaça vai apanhar



Vai de madureira
Zeca Baleiro

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Ilustre Desconhecido


O vídeo aqui postado não apresenta uma boa qualidade, mas vale pelo registro. O amigo Joaquim relata alguns casos reais envolvendo a cachaça, também acaba comentando sobre o conhaque de alcatrão São João da Barra, o conhaque dos milagres, para saber mais sobre esta bebida confira o link: http://nipecfaficconhaque.blogspot.com/ .
O Joaquim é uma pessoa generosa que sempre quando nos encontramos lembro uma canção que diz:


À tarde, quando eu volto do trabalho, mestre Joaquim pergunta assim pra mim:

- Como vão as coisas? Como vão as coisas? Como vão as coisas, menino?

E eu respondo assim:

- Minha namorada voltou para o norte, ficou quase louca e arranjou um emprego muito bom. Meu melhor amigo foi atropelado, voltando para casa... Caso comum de trânsito, caso comum de trânsito, caso comum de trânsito (Belchior).

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Da meia noite para frente
Toda aquela gente
Tava na cachaça




Desencoste da Chiquinha
Jacó e Jacozinho

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Certos contaminantes...



Algumas substâncias aparecem durante o processo de produção da cachaça, são compostos orgânicos e inorgânicos, estarei postando algumas informações sobre esses contaminantes que também influenciam na qualidade da cachaça.
“A presença de certos contaminantes, tanto leveduras quanto bactérias, está relacionada com a produção de congêneres secundários que contruibuem de forma benéfica para a qualidade da bebida, uma vez que esses compostos, em proporções equilibradas, são responsáveis pelo sabor e aroma da bebida” (CARVALHO, 2007 apud PACKOWSKI, 1978; SCHWAN et al., 2001).

COBRE - recomendação diária permitida de 1,5 a 3 mg/dia. O excesso de cobre pode ser tóxico. Basicamente, cachaças com teores elevados de cobre indicam falta de higienização do alambique, principalmente durante as paradas. Recomenda-se encher o alambique e as serpentinas com água para evitar a oxidação do cobre e contaminação da cachaça pelo metal.
ACIDEZ - A alta acidez pode ser atribuída à contaminação da cana ou do próprio mosto fermentado por bactérias acéticas. . Uma vez terminada a fermentação, proceder à destilação o mais breve possível, a fim de evitar a proliferação de bactérias acéticas, que aumentam a acidez.
Ésteres - expresso em acetato de etila, que em pequena quantidade dá um aroma agradável de frutas


Fonte: Certificação da Cachaça de Alambique, INMETRO, SEBRAE.

CARVALHO, Osmar Vaz Neto. Identificação da bactérias contaminantes de fermento de cachaça por sequenciamento do gene 16S rDNA. Piracicaba: Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, Microbiologia Agricola, 2007.


Ilustração: Cavic

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada


Águas de Março
Tom Jobim

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Fogado

O vídeo postado é apenas um trecho do DVD Cozinha da Fazenda volume 1 do Globo Rural. Mostra o prato “Fogado” elaborado pelo seu Otávio Fonseca do Vale do Paraíba (SP), antes de saborear o prato ele dá um gole na bendita pinga e argumenta que “desce queimando”. Uma boa pinga pode ser suave, leve (envelhecida) e também rústica, agressiva (nova). Mas quando bebemos pausadamente respeitando o poder deste destilado ele não desce rasgando e sim de forma agradável permitindo sentir seu sabor e aromas.