quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Ilustra...





O Cão
Tira: Cavic

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Registrando...





Folia de Reis
COMPANHIA OS TRÊS REIS DO ORIENTE A CAMINHO DE BELÉM
Igreja Senhor Bom Jesus
Bairro Sítio Cercado
Curitiba - PR







































Fotos: Cavic

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Ilustra...






Ilustração: Cavic

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

MAIS UMA DOSE





A Rainha de Macaúbas, lote 08/2006 produzida e engarrafada por Antônio Gonçalves da Silva, Fazenda Macaúbas, distrito Santo Antônio da Vargem Alegre, Bonfim, MG. O rótulo é simples com boas informações, garrafa de 900 ml com tampa plástica e graduação alcoólica de 42%.
A cachaça é branca, nova, tem boa aparência, límpida. O aroma é agressivo, um pouco acético, arde a narina. O sabor tem notas acéticas, gosto ruim.


Essa cachaça foi um presente da ilustre amiga Edimara Fagundes.  




Foto: Cavic

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012


quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Ilustra...





Ilustração: Cavic

domingo, 16 de dezembro de 2012

Corinthians e Cachaça




Para a comemoração do centenário de um dos times mais populares do Brasil, o Corinthians, foi lançada em outubro de 2009 a cachaça “Corintiana”.
Relacionar uma bebida de alta qualidade com uma marca, no caso de um time de futebol é uma atitude pioneira e positiva para os dois lados.
A cachaça apresenta-se em três tipos: série prata (apenas descansada), série ouro (um ano envelhecida) e série premium (cinco anos de envelhecimento). A graduação alcoólica é de 40%.
Quem fez parte da consultoria do projeto foi o degustador e pesquisador de cachaça
Jairo Martins da Silva, autor do livro Cachaça - O Mais Brasileiro dos Prazeres .



Ai, CORINTHIANS,
Cachaça do torcedor,
Colorido em preto e branco,
Sem preconceito de cor.
MEUS 20 ANOS (AI, CORINTHIANS) 
Paulinho Nogueira





quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Degustação de Cachaças


No vídeo aqui postado o degustador e pesquisador de cachaça Marcelo Câmara degusta algumas cachaças dividindo em duas sessões, cachaças novas e cachaça envelhecidas.
Apresenta um ótimo conteúdo, mostra de forma didática o andamento da degustação valorizando a cana de açúcar como característica principal dessa bebida tão nobre.


quarta-feira, 5 de dezembro de 2012



O Cão
Tira: Cavic

domingo, 2 de dezembro de 2012

Tomando uma...



O boteco Solar das Batidas vai além das “batidas”, um lugar pequeno, mas muito aconchegante tendo como proprietário Lauro Ferreira da Silva, pessoa da melhor qualidade.
O Seu Lauro tem uma longa experiência, foi gerente do tradicional bar Triângulo de Curitiba entre 1955 a 1963, depois abriu o seu próprio bar e mercearia Baltimore na Rua Chile, após sete anos mudou o nome para Solar das Batidas. E foi no ano de 1991 que mudou de bairro mantendo o atual endereço.
O Solar é um bom lugar para saborear uma cachaça, mas o seu ponto forte são as batidas. A mais vendida é a batida pica-pau que contém mel, cachaça e limão, hoje produz mais de trinta batidas diferentes.
Uma outra bebida que também se destaca no Solar é o amargo Mayerle,  preparada com essências vegetais maceradas em álcool neutro produzido em Joinville (SC), o Seu Lauro trabalha com esse bitter desde a década de 1950, dificilmente encontrado em outros bares e comércios de bebidas.











Seu Lauro e Luiz Chuck Norris

bitter Mayerle



Bar Triângulo 1939

Livro Chama o Garçom e revista View, reportagens sobre o bar

Copos personalizados para os clientes chamados de "Sócio Ouro"











SOLAR das BATIDAS
R. Aviador Vicente Wolski, 798
Bairro: Bacacheri
Curitiba PR



Fotos: Cavic

quarta-feira, 21 de novembro de 2012



Joana Francesa
Chico Buarque


domingo, 18 de novembro de 2012

Cachaça com Doce de Abóbora

A amiga Aline Higa postou o seguinte texto no seu blog  Dodô Cozinha Artesanal:


Doce de Abóbora com Baunilha e  Cachaça



O meu pensamento, pouco tempo depois do fogo aceso, era "não sei o que está mais gostoso, o cheiro da abóbora, o da baunilha ou o da cachaça". É uma cachaça boa que está na panela, uma cachaça bem branquinha, jovem, segundo o amigo que a recomendou.
Então o doce foi ficando mais com cara de doce, os perfumes começaram a se misturar, e o ar da cozinha começou a ficar embriagante. Eu não tinha me dado conta quando escolhi, mas ali estão elementos femininos bastante fortes: o doce de abóbora, preparo tão aconchegante da história da nossa culinária, uma generosa de dona Benta, acrescentando mais um cravinho para que fique mais gostoso; está também a baunilha, em fava, de uma meninice tão delicada, sonhadora; e está a cachaça, jovem, louca, inconsequente.
Há pouco a agressividade do alcool já tinha se evaporado, os elementos e símbolos todos se juntarm, o doce amadureceu.
Falta apurar um pouco, mas está lindo!
Presentes - e passados e futuros - do fazer culinário.




Foto: Aline Higa