sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
ILustra...
Essas ilustrações é referente a animação Chatiqueta – Dicas de
comportamento no Whatsapp, produzido pela equipe do Multimeios SEED.
Ilustrações: Cavic
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Tomando uma...
A saga continua...um dia após o natal de 2014 estivemos no bar do
Cabeceira, ele não estava e sua irmã que nos recebeu, a dona Lourdes. Encontramos
por lá o Dema que fez parte do time de futebol do Palmeirinha nos anos de 1970 da gleba Vitória.
O bar tem sua entrada pelos fundos ao lado de um campo de
futebol, na frente as portas sempre estão fechadas, o banheiro fica fora em uma
casinha, mantendo o sistema caipira, um buraco com uma estrutura de madeira tendo
um furo no chão.
O lugar é muito agradável, fomos no final da tarde para
saldar o crepúsculo.
Ao fundo o bar do Cabeceira
O Palmeirinha, time de futebol da gleba Vitória
Dema
Carlos Placentário
Dona Lourdes
Kiko o Herege e Jean Caverna
Bar do Cabeceira
Gleba Vitória
Ivinhema - MS
Fotos: Cavic
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
domingo, 18 de janeiro de 2015
MAIS UMA DOSE
Parol é um
recipiente de madeira onde era usado para guardar a cachaça por
longo período.
A cachaça do Parol
lote 01/08 apresenta um rótulo em duas cores, impresso em papel
reciclado com uma textura que lembra a fibra da cana, a imagem deve
estar relacionado com o “parol”.
A bebida tem 40% de
graduação alcoólica, produzida e engarrafada por Borgatti e
Borgatti LTDA, Fazenda Capão do Meio, Curvelo – MG.
A Parol tem um
visual muito agradável, escorre de forma oleosa pelo copo. Como é
uma cachaça armazenada em barris de carvalho tem um cheiro de
baunilha, mel, erva doce, pera e um pouco de cana. Na boca desce
suave, a madeira se apresenta de forma sutil.
A cachaça do Parol
foi um presente da amiga Eguimara.
Foto: Cavic
sábado, 17 de janeiro de 2015
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
sábado, 13 de dezembro de 2014
Tomando uma...
Luciano e Cabeceira
Tem lugares que
nos faz sentir muito bem, é o que acontece quando estou no bar do Cabeceira. Um boteco singelo, localizado na área rural de Ivinhema,
Mato Grosso do Sul. O seu proprietário é Antônio Teodoro, vulgo
Cabeceira, mineiro de Paraguaçu, morou em Araçatuba (SP) e no mês
de agosto de 1968 veio para o Vale do Ivinhema. Abriu o bar em 1974
com o nome “Bar dos Mineiros”, mais tarde mudou para “Bar do
Cabeceira”.
O bar é famoso
na região, ao seu lado tem um campo de futebol que foi palco de
grandes espetáculos do time Palmeirinha, formado na gleba Vitória
onde está localizado o boteco.
As cachaças que
tem no bar não são de boa qualidade, acabei tomando uma “garrafada”
de Pau Maleitoso, como o próprio Cabeceira falou: “bom se tiver
com queima”.
Palmeirinha
Troféus referente as premiações do Palmeirinha
Cabaça para colocar uísque
Pau Maleitoso
Fotos: Cavic
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Gastronomia sertaneja
O livro Gastronomia
Sertaneja tem como autora Ana Rita Dantas Suassuna, prima de Ariano
Suassuna. O conteúdo refere-se a culinária regional, precisamente
da cidade de São José do Egito no estado de Pernambuco. A autora
buscou preservar a memória da família através de receitas que
foram passadas por gerações, as vezes de maneira oral ou registradas
de forma manuscritas no velho livro de receitas.
O livro é bem
ilustrado com as aquarelas de Meire Oliveira, é divido em vários
capítulos, um deles sobre as bebidas, tendo como destaque a cachaça:
“Entre as bebidas
alcoólicas, a mais conhecida e usada é a aguardente, de incontáveis
denominações.
Na região, consegui
relembrar as seguintes: cachaça, cana, abrideira, pinga e até o
nome das de rótulos mais comuns como Serra Grande, Aliada.
Expressões como
“vou tomar uma Aliada”, “me dá uma Serra Grande” são
bastante comuns no meio do povo, na hora de pedir uma dose de
aguardente.
É servida pura, em
pequenos copos de vidro (doses), nas bodegas, feiras livres, mercados
e em casas de famílias de qualquer condição social. De uso
sistemático, a aguardente funciona como digestivo, se acompanha
comidas pesadas, a exemplo da buchada, do sarapatel, da dobradinha,
da mão de vaca, de torrados de caças.
Um grogue, uma
bicada, um trago, uma lapada, um “goipe” (gole), uma talagada
referem-se a doses da bebida”(SUASSUNA,2010, p. 152).
Ana Rita Dantas Suassuna - Gastronomia Sertaneja
SUASSUNA, Ana Rita Dantas. Gastronomia Sertaneja: receitas que contam histórias. São Paulo: Editora Melhoramentos, 2010. p. 203
Foto: Cavic
sábado, 1 de novembro de 2014
terça-feira, 28 de outubro de 2014
Estrada Real da Cachaca
A Estrada Real esta localizada nos estados de Minas Gerais,
São Paulo e Rio de Janeiro, com 1600 km de extensão, eixo principal do ciclo do
ouro no século XVIII.
O documentário Estrada Real da Cachaça retrata o caminho
saindo de Minas Gerais em direção a Paraty (RJ), mostra o valor que a cachaça tem na
cultura popular, religião, economia e na antropologia. Apresenta bom conteúdo
e uma linguagem que foge do tradicional.
“Todo mundo usava a Estrada Real, era o caminho que tinha, o
médico, o bandido, a prostituta, o tropeiro... comerciante”.
“Dois produtos básicos da alimentação do homem colonial...um
era a mandioca e o outro era a cachaça, seja do escravo, seja do senhor de
engenho”.
(Frases citadas no documentário)
terça-feira, 2 de setembro de 2014
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