segunda-feira, 2 de março de 2015

MAIS UMA DOSE




A Cachaça Mulatinha lote 3 engarrafada 2013 tem rótulo simples e no contra-rótulo destaca a tradição de150 anos produzindo de forma artesanal.
A bebida é apresentada em garrafa de 750 ml, 43% de graduação alcoólica produzida e engarrafada por Carlos J. G. Miranda, sítio Pedra Branca, 1° distrito do município de Paraty (RJ).
Tem uma aparência límpida, no nariz remete ao cheiro de cana, já na boca é um pouco doce e seca como deve ser uma cachaça branca (nova).



Foto: Cavic

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Degustando Cachaça

O degustador e pesquisador de Cachaça Marcelo Câmara esteve no Programa do Jô, comentou sobre a produção e a degustação da “bendita”.
Confiram: 

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Ilustra...








Ilustração: Cavic

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

ILustra...

Essas ilustrações é referente a animação Chatiqueta – Dicas de comportamento no Whatsapp, produzido pela equipe do Multimeios SEED.










Ilustrações: Cavic


quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Tomando uma...

A saga continua...um dia após o natal de 2014 estivemos no bar do Cabeceira, ele não estava e sua irmã que nos recebeu, a dona Lourdes. Encontramos por lá o Dema que fez parte do time de futebol do Palmeirinha nos anos de 1970 da gleba Vitória.

O bar tem sua entrada pelos fundos ao lado de um campo de futebol, na frente as portas sempre estão fechadas, o banheiro fica fora em uma casinha, mantendo o sistema caipira, um buraco com uma estrutura de madeira tendo um furo no chão.

O lugar é muito agradável, fomos no final da tarde para saldar o crepúsculo.

 Ao fundo o bar do Cabeceira

 O Palmeirinha, time de futebol da gleba Vitória

 Dema

 Carlos Placentário

 Dona Lourdes

 Kiko o Herege e Jean Caverna








Bar do Cabeceira
Gleba Vitória
Ivinhema - MS




Fotos: Cavic

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Ilustra...




Ilustração: Cavic

domingo, 18 de janeiro de 2015

MAIS UMA DOSE




Parol é um recipiente de madeira onde era usado para guardar a cachaça por longo período.
A cachaça do Parol lote 01/08 apresenta um rótulo em duas cores, impresso em papel reciclado com uma textura que lembra a fibra da cana, a imagem deve estar relacionado com o “parol”.
A bebida tem 40% de graduação alcoólica, produzida e engarrafada por Borgatti e Borgatti LTDA, Fazenda Capão do Meio, Curvelo – MG.
A Parol tem um visual muito agradável, escorre de forma oleosa pelo copo. Como é uma cachaça armazenada em barris de carvalho tem um cheiro de baunilha, mel, erva doce, pera e um pouco de cana. Na boca desce suave, a madeira se apresenta de forma sutil.

A cachaça do Parol foi um presente da amiga Eguimara. 



Foto: Cavic

sábado, 17 de janeiro de 2015


sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

sábado, 13 de dezembro de 2014

Tomando uma...

Luciano e Cabeceira


Tem lugares que nos faz sentir muito bem, é o que acontece quando estou no bar do Cabeceira. Um boteco singelo, localizado na área rural de Ivinhema, Mato Grosso do Sul. O seu proprietário é Antônio Teodoro, vulgo Cabeceira, mineiro de Paraguaçu, morou em Araçatuba (SP) e no mês de agosto de 1968 veio para o Vale do Ivinhema. Abriu o bar em 1974 com o nome “Bar dos Mineiros”, mais tarde mudou para “Bar do Cabeceira”.

O bar é famoso na região, ao seu lado tem um campo de futebol que foi palco de grandes espetáculos do time Palmeirinha, formado na gleba Vitória onde está localizado o boteco.

As cachaças que tem no bar não são de boa qualidade, acabei tomando uma “garrafada” de Pau Maleitoso, como o próprio Cabeceira falou: “bom se tiver com queima”.


Palmeirinha 
Troféus referente as premiações do Palmeirinha




Cabaça para colocar uísque
Pau Maleitoso







Fotos: Cavic

terça-feira, 9 de dezembro de 2014


sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Gastronomia sertaneja




O livro Gastronomia Sertaneja tem como autora Ana Rita Dantas Suassuna, prima de Ariano Suassuna. O conteúdo refere-se a culinária regional, precisamente da cidade de São José do Egito no estado de Pernambuco. A autora buscou preservar a memória da família através de receitas que foram passadas por gerações, as vezes de maneira oral ou registradas de forma manuscritas no velho livro de receitas.

O livro é bem ilustrado com as aquarelas de Meire Oliveira, é divido em vários capítulos, um deles sobre as bebidas, tendo como destaque a cachaça:



“Entre as bebidas alcoólicas, a mais conhecida e usada é a aguardente, de incontáveis denominações.

Na região, consegui relembrar as seguintes: cachaça, cana, abrideira, pinga e até o nome das de rótulos mais comuns como Serra Grande, Aliada.

Expressões como “vou tomar uma Aliada”, “me dá uma Serra Grande” são bastante comuns no meio do povo, na hora de pedir uma dose de aguardente.

É servida pura, em pequenos copos de vidro (doses), nas bodegas, feiras livres, mercados e em casas de famílias de qualquer condição social. De uso sistemático, a aguardente funciona como digestivo, se acompanha comidas pesadas, a exemplo da buchada, do sarapatel, da dobradinha, da mão de vaca, de torrados de caças.

Um grogue, uma bicada, um trago, uma lapada, um “goipe” (gole), uma talagada referem-se a doses da bebida”(SUASSUNA,2010, p. 152).




Ana Rita Dantas Suassuna - Gastronomia Sertaneja



SUASSUNA, Ana Rita Dantas. Gastronomia Sertaneja: receitas que contam histórias. São Paulo: Editora Melhoramentos, 2010. p. 203


Foto: Cavic