sábado, 10 de janeiro de 2009
sábado, 3 de janeiro de 2009
Pinga de qualidade.
No livro Cachaça Artesanal do alambique à mesa, dos autores Atenéia Feijó e Engels Maciel, argumenta bem sobre Paraty:
“Bem, quando o ciclo do ouro terminou, dedicou-se totalmente à produção de aguardente de cana. Toda aquela região da Baía da Ilha Grande chegou a ter 150 engenhos e 10 mil escravizados. Não teve jeito. No século XIX, a fama do nome Paraty significava também cachaça especial. De primeira qualidade. Seria como se fosse o autêntico Champagne...”
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
sábado, 27 de dezembro de 2008
MAIS UMA DOSE

Essa cachaça já faz um bom tempo que foi saboreada (20/12/2007), seu nome: CLANDESTINA, tem como fabricante Borgatti, Curvelo (MG). A garrafa de 700ml tipo padrão (exportação), o rótulo tem um visual remetendo uma imagem de um “caminhãozinho velho”, já o contra-rótulo falta informações.
O nome da pinga é curioso, mas ela não é uma bebida clandestina, cachaça nova, 44% de graduação alcoólica, o seu aroma lembra o perfume do melado, adocicado. O gosto levemente agressivo, honesta. A madeira utilizada para o descanso da pinga acredito que seja o jequetibá, apesar dessa informação não constar no produto.
Preço: R$ 13,90.
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
CACHAÇA de AMEIXA
Já ouvi falar em cachaça de banana, cachaça de uva, mas de ameixa, nunca. É claro que cachaça tem que ser apenas de cana, as demais tem em comum apenas o fato de serem destilados. O fato curioso dessa aguardente, (que acredito que seja uma cachaça curtida na ameixa) é a forma da sua garrafa, essa bebida foi fotografada pelo camarada Rafael David, na feira que acontece aos domingos pela manhã no Largo da Ordem em Curitiba (PR), no meio de algumas antiguidades.
Fui até o local para ver essa aguardente de perto e conhecer mais sobre a bebida, não encontrei, talvez já tivesse sido vendida. O que chama a atenção além da garrafa, é onde ela foi fotografada, remete em algo vindo do Oriente Médio.
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
sábado, 29 de novembro de 2008
Após ser servida, virando e girando o copo de modo a levar a cachaça até as suas bordas, deve-se constatar um película oleosa em torno das paredes internas, que escorre formando ondulações. O tempo de persitência maior dessas ondulações é indicação de qualidade. Esse atributo das boas cachaças é denominado de "oleosidade".
Fonte: José Carlos G. M. Ribeiro, Fabricação Artesanal da Cachaça Mineira, 2002.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Padronização da Caipirinha

O governo publicou no Jornal Oficial da União os critérios para o preparo da caipirinha.
Uma coisa positiva sobre isso, é que a bebida utilizada é apenas a cachaça, e não outro destilado. Os ingredientes são os mesmos, mas a portaria publicada definiu a quantidade de açúcar branco e de limão a ser utilizado proporcionalmente a quantidade de cachaça.
Sabemos que a boa caipirinha depende muito de como ela é elaborada. Como diz um velho amigo chamado Chapelão: “a caipirinha é só colocar o limão com a casca, açúcar, pinga, gelo e mexer”. Mas a coisa não é tão simples, tem que ter a sensibilidade na sua elaboração, valorizando o sabor da cachaça com o limão e não exagerando na quantidade de açúcar, como acontece na maioria das vezes.
Para ter mais informações:
http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/11/03/e031118730.html
Ilustração: Cavic
domingo, 16 de novembro de 2008
Mais uma dose

Nas impressões olfativas deixa a desejar, sem cheiro de cana. O gosto fraco foge das características de uma cachaça nova.
Preço: R$ 9,40.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Profeta Gentileza
Para sabe mais:
http://www.riocomgentileza.com.br/
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
UM BOM BEBEDOR...
Alguns acreditam que a pinga deve ser tomada em um único gole, e ao terminar o bebedor tem que fazer uma cara feia. Quem faz isso não sabe beber cachaça. A pinga tem que ser saboreada, valorizando cada momento do gole, não busca se embriagar, vai a procura de uma leveza, uma sensibilidade do paladar e do olfato, como argumenta Marcelo Câmara em seu livro Cachaça - Prazer Brasileiro: "sem estes talentos, ele será, no mínimo, um pinguço, um cachaceiro, no sentido pejorativo e homicida que as elites, historicamente, aplicam a quem bebe cachaça. Ou ele será, como dizem em Paraty, uma mala etílica".
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Instituições tentarão alterar o nome da cachaça nos EUA
Com objetivo de provar que o rum e a cachaça são produtos distintos, e por conseqüência o reconhecimento real do produto, o IBRAC tem desenvolvidos ações, em especial nos Estados Unidos junto ao Alcohol and Tobacco Tax and Trade Bureau (TTB), agência americana responsável pela autorização e controle da venda de bebidas alcoólicas. O convênio firmado com o Sebrae Pernambuco respalda economicamente esse trabalho. O Instituto contratou um escritório de advocacia nos Estados Unidos para em conjunto com a Embaixada do Brasil em Washignton representar os interesses dos produtores de Cachaça e acompanhar todo o processo de mudança de legislação. PARCERIA “A parceria do Sebrae com o IBRAC busca o reconhecimento da cachaça como produto tipicamente brasileiro. A certificação de origem melhora a qualidade e fideliza o produto, revelando-se importante indutor de comercialização no mercado internacional. Creio que o Instituto Brasileiro da Cachaça contribuirá de modo significativo nesse trabalho, quer promovendo ações de inteligência competitiva para o setor, quer fornecendo informações estratégicas e direcionadas, tanto para o mercado nacional quanto para o mercado internacional”, explica o superintendente do Sebrae em Pernambuco, Murilo Guerra. A ação deve beneficiar cerca de 40.000 produtores de cachaça no Brasil. Data: 26/09/2008 Fonte: Fator Brasil | | | |

