domingo, 26 de julho de 2015
segunda-feira, 20 de julho de 2015
MAIS UMA DOSE
A cachaça Reserva
do Barão é apresentada em garrafa de 700 ml com tampa
personalizada, 41% de graduação alcoólica, rótulo bem elaborado
com a imagem de um velho com barba longa, o Barão. No contra rótulo
o que chama atenção é o fermento natural de milho sendo
citado na relação dos ingredientes.
A Reserva do Barão
é produzida e engarrafada por Agro Industria Priapú LTDA, Fazenda
Priapú da Feira, Santa Luzia do Itanhy, Sergipe.
A bebida é dourada,
escorre no copo lentamente formando uma certa oleosidade. No nariz
não apresenta o aroma primário (cana, garapa), tem notas de mel,
baunilha e madeira, trata-se de uma cachaça envelhecida mas não
consta informação da madeira, pelas características remete ao
carvalho.
Na boca destaca a
madeira, o álcool é pronunciado, o retrogosto apresenta notas de
baunilha.
Foto: Cavic
sexta-feira, 10 de julho de 2015
Registrando...
O Seu Ricardo Sottoriva vive no noroeste do Paraná, é agricultor...um homem rural.
Fotos: Cavic
Seu Ricardo e João Sottoriva
Fotos: Cavic
quinta-feira, 9 de julho de 2015
sábado, 4 de julho de 2015
Alambique Engenho D´Ouro
Localizado
em Paraty (RJ) na estrada Paraty-Cunha o alambique Engenho D`Ouro é bem popular
na região, esta próximo da cachoeira do tobogã muito visitada pelos turistas. O
proprietário é o Norival da Silva Carneiro filho do Sr Francisco Carneiro
idealizador do engenho, desde o plantio da cana até a produção da cachaça é
feito no mesmo local. Além da cachaça nova (branca) descansada no
jequitibá é também produzido as envelhecidas em tonéis de carvalho, cachaças
licorosas com frutas, melados e destiladas com folhas de tangerina, uma
tradição em Paraty, chamada de azuladinha. O engenho produz cachaça, farinha de
mandioca, melado de cana e rapadura.
Confira
a postagem no Mídauma sobre a cachaça Engenho D`Ouro em 2009, época que o
engenho não era legalizado.
Roda
d`água que movimenta a moenda
Em primeiro plano farinha de mandioca produzida no engenho
Alambique
de cobre
Panela para produção de farinha de mandioca
Antiga casa de farinha
Fotos: Cavic
segunda-feira, 29 de junho de 2015
domingo, 21 de junho de 2015
Prelúdio da Cachaça
capa do livro - edição de 1986
Para aqueles que tem
interesse na Cachaça é necessário conhecer a obra do folclorista Camara
Cascudo: Prelúdio da Cachaça.
Segue a introdução
do livro:
Cada povo tem sua
bebida predileta.
No Brasil, o império
é da cachaça: obteve aqui o cunho da nacionalidade. Integra
a população. É tão popular e presente como o futebol e o samba. A
preponderância da cachaça no gosto do brasileiro apareceu já na
colônia, de acordo com notícias que nos dão autos e provisões das
autoridades do Reino, tentando coibir o consumo exagerado e os
malefícios de seu uso pela população. O povo, na sua exuberante
imaginativa, conseguiu até uma legião de santos escolhidos na
hagiologia da igreja, para protetores da “caninha”. Entre eles,
figura Joana D`Arc, porque “morreu no fogo” e também São Jorge,
porque “matou o bicho”.
Basta examinar o
adagiário nacional, para que se constate o sem-número de
provérbios, adágios, ditos e trocadilhos, presentes em todas as
partes. A cachaça figura nas letras dos sambas, nos textos
literários, no receituário popular, na macumba e até como
aperitivo nos salões requintados, como “abrideira”.
domingo, 17 de maio de 2015
Yaguara...
Foi lançado um
vídeo muito bem produzido sobre a cachaça Yaguara, essa cachaça
tem origem no interior do Paraná, Cambará. A destilação é feita
em outro lugar, no Rio Grande do Sul e o resultado da cachaça ficou
a cargo do químico Erwin Weimann.
Yaguara = onça
pintada em tupi guarani.
Confira:
terça-feira, 12 de maio de 2015
Ilustra...
O vídeo aqui postado foi produzido pela equipe Multimeios do qual faço parte, retrata os problemas
relacionado com Água e o fenômeno dos Rios Voadores.
Leandro na equipe técnica
Will na direção
Estudo 01
Estudo 02
Desenhos: Edney Cavic
Fotos: Roberto Carlos Rodrigues
sábado, 9 de maio de 2015
quinta-feira, 7 de maio de 2015
MAIS UM DOSE
A cachaça Ouro de
Morretes é produzida por Agropoletto Comercio e Representação de
Produtos Agropecuário Ltda, estrada da Anhaia, Morretes, Paraná.
O rótulo apresenta
uma ilustração do centro da cidade de Morretes, no contra-rótulo
destaca a origem da família Poletto, Udine na Itália.
A bebida tem garrafa
de 700 ml com 39% de graduação alcoólica.
A cachaça tem cor
dourada, é envelhecida, consta o termo “ouro” mas não é
relatado no rótulo qual a madeira utilizada. No nariz destaque para
a madeira, provavelmente o carvalho, cheiro de mel, baunilha. Na boca
a madeira esta muito presente.
Essa pinga foi um
presente do amigo Carlos Placentário.
Salve Carlos!
Foto: Cavic
quarta-feira, 8 de abril de 2015
sábado, 4 de abril de 2015
Alambique Paratycana
O Alambique
Paratycana esta localizado a oito quilômetros do centro de Paraty
(RJ) no sentido para o Rio de Janeiro, um pequeno trecho da estrada
não é asfaltado, cerca de um quilômetro e meio, onde se encontra
um pouco esburacada não sendo aconselhável para carros baixos.
O local é conhecido
como sítio Santo Antônio no bairro rural do Corumbê, o lugar é
muito agradável, a propriedade esta ao lado de uma baía. O
alambique foi estrategicamente montado fazendo da gravidade um grande
aliado, ao moer a cana o caldo já segue para a sala de fermentação
e depois para o alambique que esta localizado em um nível mais
abaixo. A cana é plantada no próprio sítio, assim que é colhida
já é moída para começar o processo de fermentação e destilação
evitando a acidez na bebida como relatou a Maria Izabel que é a
proprietária e alambiqueira, a cachaça produzida leva o seu nome. O
fermento utilizado segue uma receita tradicional da região tendo o
milho como base. A preocupação com a higiene do alambique é de
grande importância na produção da cachaça, foi o que argumentou
Maria Izabel. O seu destilado segue princípios preestabelecidos ao
MAPA (Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento) através
de analises químicas, sobre o contaminante carbamato de etila, ela
relatou que não estaria presente na cachaça Maria Izabel.
A cachaça produzida
é armazenada em tonéis de jequitibá, madeira neutra que não
interfere na bebida, e também envelhecida em barris de carvalho. No
alambique é possível degustar outras bebidas que ainda não estão
à venda, é a Laranjinha Celeste, cachaça nova destilado com folhas
de tangerina uma tradição da região de Paraty, e uma reserva
especial envelhecida por longo período no barril de carvalho.
A proprietária
Maria Izabel é muito hospitaleira, foi paciente em explicar todo o
processo da produção e permitir uma degustação de todas as sua
cachaças, comentou que esta organizando um ambiente para receber os
visitantes para melhor experimentar os seus destilados.
Salve Maria Izabel!
Trecho da estrada de terra
Alambique de cobre
Sala de fermentação
Sala de armazenamento
Degustação das cachaças
Baía em frente ao Sítio Santo Antônio
Fotos: Cavic
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