quinta-feira, 24 de setembro de 2015
sábado, 19 de setembro de 2015
Rótulo na Cachaça
O rótulo na Cachaça é de extrema importância, os mais antigos eram satíricos, tinham como técnica de impressão a litografia. Já os atuais mantém uma preocupação estética e também informativa, além da necessidade do lote e onde é produzida traz detalhes sobre o processo mantendo uma aproximação maior do produto com o consumidor.
Rótulo com a figura de José Mojica Marins vulgo Zé do Caixão
O rótulo simples é uma característica da cachaça, o simples
não quer dizer que tenha menos valor, ou que a composição seja ruim, mas digo
da imagem que não precisa de muito aparatos para mostrar o seu conteúdo.
Segue o vídeo que mostra um pouco disso da coleção de Egeu
Laus:
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
MAIS UMA DOSE
A Cachaça Flor apresenta um rótulo simples, bem agradável e funcional.
A bebida é nova (prata), garrafa de 700 ml com 40% de graduação alcoólica. É produzida e engarrafada por Agroindústria da Colônia Nova, Fazenda Lageado, Crissiumal (RS).
Tem boa aparência, límpida e escorre na boca do copo. No nariz lembra cana, o doce e a pera. Na boca é leve com um pouco de picância no final.
Essa cachaça recebe a supervisão da Flor Comercial Ltda de São Paulo (SP), esse mesmo grupo mantém a cervejaria Gaudenbier em Curitiba (PR).
Foto: Cavic
terça-feira, 1 de setembro de 2015
Aumento de tributos na Cachaça nossa de cada dia...
Nessa segunda – feira (31/08) o governo publicou no Diário
Oficial da União que a partir de dezembro as bebidas quentes, onde inclui a
Cachaça, terá aumento na tributação.
Confira a matéria:
A Receita Federal deu um exemplo: se uma garrafa de vinho custar
R$ 100, o imposto cobrado será de R$ 10, ou seja, 10%. As alíquotas mais altas,
de 30%, incidirão sobre uísques e vodcas. As
cachaças terão alíquota de 20%.
A medida amplia a receita
tributária do governo porque, atualmente, independentemente do valor da bebida,
o imposto incidente é tabelado. Um vinho caro e, outro, barato, sofrem o mesmo
valor de IPI, hoje de 78 centavos.
Segundo Fernando Mombelli,
coordenador-geral de Tributação da Receita Federal, as medidas são claramente
direcionadas no sentido de recuperar o equilíbrio fiscal e acabar com
distorções em alguns modelos atuais de tributação.
A medida faz parte de uma série
de medidas anunciadas nesta
segunda-feira (31) pela equipe econômica do governo e detalhadas por meio da
publicação de uma edição extra do Diário Oficial da União. O objeto das
mudanças é aumentar as receitas do governo. O orçamento deste ano, apresentado
nesta segunda ao Congresso Nacional, prevê um déficit,
ou seja, um resultado negativo, de R$ 30,5 bilhões.
Fonte:
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Ilustra...
A situação política no Brasil esta cada vez mais decadente, essa ilustração já tinha postado aqui
alguns anos atrás.
domingo, 26 de julho de 2015
segunda-feira, 20 de julho de 2015
MAIS UMA DOSE
A cachaça Reserva
do Barão é apresentada em garrafa de 700 ml com tampa
personalizada, 41% de graduação alcoólica, rótulo bem elaborado
com a imagem de um velho com barba longa, o Barão. No contra rótulo
o que chama atenção é o fermento natural de milho sendo
citado na relação dos ingredientes.
A Reserva do Barão
é produzida e engarrafada por Agro Industria Priapú LTDA, Fazenda
Priapú da Feira, Santa Luzia do Itanhy, Sergipe.
A bebida é dourada,
escorre no copo lentamente formando uma certa oleosidade. No nariz
não apresenta o aroma primário (cana, garapa), tem notas de mel,
baunilha e madeira, trata-se de uma cachaça envelhecida mas não
consta informação da madeira, pelas características remete ao
carvalho.
Na boca destaca a
madeira, o álcool é pronunciado, o retrogosto apresenta notas de
baunilha.
Foto: Cavic
sexta-feira, 10 de julho de 2015
Registrando...
O Seu Ricardo Sottoriva vive no noroeste do Paraná, é agricultor...um homem rural.
Fotos: Cavic
Seu Ricardo e João Sottoriva
Fotos: Cavic
quinta-feira, 9 de julho de 2015
sábado, 4 de julho de 2015
Alambique Engenho D´Ouro
Localizado
em Paraty (RJ) na estrada Paraty-Cunha o alambique Engenho D`Ouro é bem popular
na região, esta próximo da cachoeira do tobogã muito visitada pelos turistas. O
proprietário é o Norival da Silva Carneiro filho do Sr Francisco Carneiro
idealizador do engenho, desde o plantio da cana até a produção da cachaça é
feito no mesmo local. Além da cachaça nova (branca) descansada no
jequitibá é também produzido as envelhecidas em tonéis de carvalho, cachaças
licorosas com frutas, melados e destiladas com folhas de tangerina, uma
tradição em Paraty, chamada de azuladinha. O engenho produz cachaça, farinha de
mandioca, melado de cana e rapadura.
Confira
a postagem no Mídauma sobre a cachaça Engenho D`Ouro em 2009, época que o
engenho não era legalizado.
Roda
d`água que movimenta a moenda
Em primeiro plano farinha de mandioca produzida no engenho
Alambique
de cobre
Panela para produção de farinha de mandioca
Antiga casa de farinha
Fotos: Cavic
segunda-feira, 29 de junho de 2015
domingo, 21 de junho de 2015
Prelúdio da Cachaça
capa do livro - edição de 1986
Para aqueles que tem
interesse na Cachaça é necessário conhecer a obra do folclorista Camara
Cascudo: Prelúdio da Cachaça.
Segue a introdução
do livro:
Cada povo tem sua
bebida predileta.
No Brasil, o império
é da cachaça: obteve aqui o cunho da nacionalidade. Integra
a população. É tão popular e presente como o futebol e o samba. A
preponderância da cachaça no gosto do brasileiro apareceu já na
colônia, de acordo com notícias que nos dão autos e provisões das
autoridades do Reino, tentando coibir o consumo exagerado e os
malefícios de seu uso pela população. O povo, na sua exuberante
imaginativa, conseguiu até uma legião de santos escolhidos na
hagiologia da igreja, para protetores da “caninha”. Entre eles,
figura Joana D`Arc, porque “morreu no fogo” e também São Jorge,
porque “matou o bicho”.
Basta examinar o
adagiário nacional, para que se constate o sem-número de
provérbios, adágios, ditos e trocadilhos, presentes em todas as
partes. A cachaça figura nas letras dos sambas, nos textos
literários, no receituário popular, na macumba e até como
aperitivo nos salões requintados, como “abrideira”.
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