quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Maminha no contraste



A amiga Aline Higa, artista plástica, gourmet...elaborou uma receita que tem como ingredientes principais a cachaça, o café e a maminha (carne bovina).
Hoje ela esta morando em Porto Alegre (RS), todas as terça-feiras à noite prepara alguns pratos no Tutti Giorni, a Maminha com contraste como ela relatou é...“ simples de tudo, mas super interessante”.
Vamos a receita com as palavras da própria Aline:

Marinar uma peça de maminha com pimenta branca, pimenta preta, cebola e bastante cachaça. Assar a bichinha e fazer um molho com o rôti e/ou o suco que ficaram na forma. Engrossar com farinha de trigo e, só no final, acrescentar mais cachaça.
No prato, servir uma porção de arroz e sobre ele acelga crua chiffonade. Servir a carne com o molho, e sobre ela cenoura em jardinière branqueada, grãos de café quebrados e, sobre todo o prato, raspinhas de limão.
Chiffonade: é aquele corte que a gente costuma fazer na couve, que fica uns fios. É importante que a acelga não fique em fios muito grossos pra ela não concorrer com a textura do café.
Jardinière: são cubos de mais ou menos meio centímetro, e pra branquear, é só colocar na água fervendo e quando estiver um pouco macia, mas ainda firme, escorrer e colocar em água gelada. Esse processo é uma maravilha, ela fica mais colorida e mais fresca!
Os grãos de café já são torrados, é só apoiar (um por um) a lâmina da faca, deitada, e apertar. Não deixe que fiquem moídos, é pra sentir quebrar também no dente.


A Aline Higa mantém um blog muito bom e bem apresentado que se chama Caderno de Cozinha.
Confira:
http://cadernodecozinha.blogspot.com/

Realmente esse prato criado pela Aline é muito bom, elaborei em casa, ficou saboroso. O sabor da cachaça na carne de forma sutil contrastando com o café, como intitulou: Maminha no contraste!

Valeu Aline!





sábado, 21 de novembro de 2009

MAIS UMA DOSE



A cachaça Volúpia vem de Alagoa Grande (PB), tem como fabricante Agro Industrial Lagoa Verde LTDA. A pinga é orgânica, prata, 42% de graduação alcoólica, nova descansada, a madeira usada é o Freijó.
O aroma é agradável, remete a cana e levemente a madeira. Seu sabor equilibrado, leve, a madeira esta presente, mas de forma sutil.
Essa cachaça foi um presente do Marco koch.
O preço esta em torno de R$ 19,00.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009


Tropeiros
Ilustração: Cavic

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Colecionador de Cachaça

Nessa semana (09/11/2009) saiu uma matéria no Globo Rural sobre o maior colecionador de cachaça, segue uma parte do texto que esta no site:

Um biólogo do sul de Minas Gerais entrou para o Livro dos Recordes pelo grande número de garrafas de cachaça que tem em casa. Há anos, ele coleciona exemplares de várias partes do mundo. Entre as mais de 13 mil garrafas estão bebidas raras, muito antigas e cheias de história.
A cachaça mais valiosa da coleção vale cerca de R$ 18 mil. É uma homenagem ao Rei Pelé. “Na primeira vez que o Brasil foi campeão mundial de futebol na Suécia; quando ele voltou para o Brasil, alguém tinha lançado essa cachaça com o nome dele. Ele não quis ver o nome dele associado à bebida alcoólica, entrou com um processo, conseguiu recolher e quase todas foram quebradas. Sobraram meia dúzia de garrafas e uma delas é essa”, contou seu Messias.
A coleção do seu Messias entrou para o Guinness Book, o Livro dos Recordes, como a maior coleção de cachaças do mundo. Quando recebeu o certificado, em julho deste ano, eram 12,8 mil garrafas. Hoje, cerca de quatro meses depois, já são mais de 13,5 mil.

Para ver o vídeo:
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1156264-7823-MINEIRO+COLECIONA+MAIS+DE+13+MIL+GARRAFAS+DE+CACHAA,00.html

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Domingo de manhã
Ilustração: Cavic


segunda-feira, 2 de novembro de 2009



Aprecio muito as estradas que levam a nada
Sou filho de um padre caído, banido do Éden
Que pegou na pinga e perdeu-se na vida com ela
Nunca tive sorte ou dinheiro, êta, vida malvada

Vida Malvada
Renato Teixeira


quinta-feira, 29 de outubro de 2009

MAIS UMA DOSE




A cachaça Engenho d´Ouro vem de Paraty (RJ), o rótulo não consta informações sobre o fabricante, graduação alcoólica e lote, talvez por ser clandestina, a bebida foi adquirida há três anos atrás.
A bebida é branca, acho que nova (apenas descansada na madeira), tem uma aparência licorosa, limpa. Mostra certa acidez no aroma, arde um pouco o nariz. O gosto é discreto, um pouco ácido no final.
Essa pinga foi um presente do amigo Marco Alexandre de Souza Serra, o vulgo Kiko.
Não tenho o preço.
Foto: Cavic

domingo, 25 de outubro de 2009

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Cachaça temperada

Um grande costume em relação a cachaça é adicionar ervas, raízes, cascas de árvore e outras “substâncias” para curtir, para depois ser apreciada.
Não me agrada o fato de interferir no sabor da pinga com tal ervas, mas quando entramos em um boteco com essas garrafas expostas nas prateleiras passa uma sensação muito agradável, pois esse procedimento faz parte da dita sabedoria popular, é que essas “pingas temperadas” seria uma espécie de elixir para curar certas molestas, como a sucupira, acreditam que é apropriada para infecção de garganta.
Mas tratando-se de cachaça, podemos acreditar que tomar algumas doses com o objetivo de curar uma possível dor de dente seria uma desculpa esfarrapada. Ou realmente é uma verdadeira panacéia!?
O Marco Koch , grande contribuidor do Mídauma, forneceu algumas doses de cachaça como pode ser verificado na imagem abaixo. Uma dessas cachaças é curtida no agrião, futuramente estarei tomando e comentando. Valeu Marco!



Foto: Cavic

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Vestiu uma camisa listrada
e saiu por aí.
Em vez de tomar chá com torrada,
ele bebeu parati.
Levava um canivete no cinto
e um pandeiro na mão.

Assis Valente
Camisa Listrada

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Homem Rural






O homem rural, o agricultor... indivíduo de extrema importância, enraizado na terra e na sua cultura caipira.
O agricultor Seu Ricardo Sattoriva representa bem o ilustre homem do campo. Após ter feito uma pequena filmagem alguns anos atrás resolvi homenageá-lo produzindo um vídeo.
Confiram, Seu Ricardo (meu avô):



Fotos: Cavic




sábado, 10 de outubro de 2009

MAIS UMA DOSE



A pinga vem de Morretes (PR), clandestina, graduação alcoólica de 40%, produzida e engarrafada por Benjamim Meduna.
A cachaça Meduna tem uma garrafa que lembra o modelo usado para exportação, mas ela tem um conteúdo de 1000 ml enquanto a outra é de 750 ml. O rótulo é simples, lembra uma fotocópia, falta informação, não tem o contra-rótulo.
Ela é branquinha, não mantém as características de uma pinga nova, cheiro fraco, sem personalidade. O gosto é meio ralo, falta sabor.
Os produtores da Meduna é um casal de meia idade muito prestativos, mantém uma pequena área rural, plantação de cana e a criação (patos, galinhas, cavalos). O alambique é bem cuidado, a pinga é filtrada, produz a branca e a envelhecida.
Faz um ano que estive no alambique, os produtores não estavam satisfeitos, cuidavam do alambique, mas moravam em Curitiba, a pinga estava vendendo pouco e dava muito trabalho para produzir.
Aproveitando os 40 anos de lançamento do disco Abbey Road dos Beatles, uma pequena e singela homenagem. A imagem foi fotografada por Iain Macmillan na rua londrina Abbey Road em 8 de agosto de 1969, enquanto os guardas paravam o trânsito Macmillan subiu em uma escada e fez o registro.


Preço: R$ 5,00

FOTO: Cavic

quarta-feira, 7 de outubro de 2009