quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Don Julio

A tequila é um destilado que tem como matéria prima a planta chamada agave azul, lembra um pé de babosa, utiliza-se o “miolo” da planta, onde é fermentado e destilado. O agave não é um cacto como muitas pessoas imaginam.
A tequila de melhor qualidade deve ter no mínimo 60% de agave na sua produção, a tequila Don Julio é 100% agave.
A tequila Don Julio é produzida por Tequila Don Julio S. A., Jalisco, México. A graduação alcoólica é de 38%, 750ml, o rótulo é simples e funcional, consta a numeração da garrafa. O contra-rótulo tem informações sobre o processo de armazenamento e envelhecimento.
A bebida de lote: L9 169 074 4WG, tem uma garrafa elegante, bem apresentada. O aroma remete a cheiro de palha de milho, pêra e baunilha, devido ao agave e também o carvalho. O sabor é suave, agradável, o agave é marcante. A bebida é envelhecida por oito meses em barris de carvalho.
A Don Julio foi um presente de natal do irmão Eddie A Cavichioli.
Foto Don Julio: Cavic
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
sábado, 6 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
MAIS UMA DOSE

A graduação alcoólica é de 41%, prata, repousada no jequitibá.
O aroma é bom, vai de encontro à madeira, mas de forma singela. A bebida é deliciosa, apesar de apenas descansada no jequitibá mantém o seu sabor agradável, levemente rústica.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
CACHAÇA
Ainda existi um grande preconceito em relação à cachaça.
Quando alguém usa o termo “seu cachaceiro”, esta alegando que tal pessoa não passa de um beberrão, um irresponsável que vive incomodando. A própria cachaça é vista como bebida apenas para entorpecer, não tendo qualidades gustativas. É certo que isso esta mudando.
“Para chegar até a República como bebida do povo brasileiro, legítima e lícita, a preferida da população, a cachaça foi severamente discriminada e criminalizada pelas elites. Ela e seus amantes correram muito da polícia e do fisco, das pechas burguesas de “bebida inferior, chula, indigna”. A singularidade do seu sabor telúrico, atavicamente herdado e multiplicado por gerações, a sua peculiaridade sensorial, a sedução do seu perfume e dos seus efeitos invadiram a casa grande, os solares da burguesia, os palácios da nobreza e do poder”.
Marcelo Câmara, Cachaça: prazer brasileiro, 2004.
O vídeo postado faz uma relação muito engraçada com a cachaça.
Hermes e Renato: Igreja Pentecostal Loucuras de meu Deus
http://www.youtube.com/watch?v=5EnaDnF3nzw
sábado, 16 de janeiro de 2010
A Corintiana

Para a comemoração do centenário do time de futebol mais popular do Brasil, o Corinthians, foi lançada em 10/11/09 a cachaça “Corintiana”.
A cachaça rompendo barreiras, sua qualidade cada vez mais sendo divulgada. Relacionar uma bebida de alta qualidade com uma marca, um time de futebol, acho que é uma atitude pioneira e positiva para os dois lados.
A cachaça apresenta-se em três tipos: série prata (apenas descansada, R$ 30,00), série ouro (um ano envelhecida, R$ 45,00), série premium (cinco anos de envelhecimento, R$65,00). A graduação alcoólica é de 40%.
Quem fez parte da consultoria do projeto foi o cachaçófilo Jairo Martins da Silva, autor do livro Cachaça - O Mais Brasileiro dos Prazeres .
A venda da Corintiana será nas lojas oficiais do clube.
Temos que experimentar para sentir a qualidade dessa bebida, mas vindo do corinthians acredito que seja uma boa cachaça.

“Gostaria de fazer um apelo a todos os brasileiros: tenham sempre uma garrafa de cachaça em casa para servir às suas visitas. Inclua a cachaça entre os seus aperitivos e os seus digestivos, pois a "Cachaca é o mais brasileiro dos prazeres".
Jairo Martins da Silva
Para ter informações sobre o Jairo Martins da Silva: http://www.ocachacista.com.br/
Fonte: http://terceirotempo.ig.com.br/noticia/Corinthians_lanca_ate_cachaca_oficial_A_Corinthiana-14157
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
domingo, 10 de janeiro de 2010
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
TIQUIRA
Algumas tribos indígenas usam a mandioca para produzir uma bebida fermentada que recebe o nome de cauim.
A Tiquira é uma bebida típica do Maranhão, a graduação alcoólica vai de 36 a 54° GL, a cor é azulada devido a utilização de folhas de tangerina.
Alguns defendem a Tiquira como a única bebida (destilado) totalmente brasileira, pois a cachaça tem sua origem aqui, mas a matéria prima (cana) não é brasileira.
A mandioca é de grande importância, ainda pouco explorada pela indústria. Uma cervejaria brasileira fez um bom uso dessa raiz, a cervejaria Colorado de Ribeirão Preto (SP) elaborou a cerveja Cauim, uma cerveja pilsen que tem na sua composição a mandioca.
A Tiquira que experimentei foi um presente do amigo Raimundo Nonato Junior, que fez algumas recomendações antes ser bebida: quando bebe a tiquira não se pode ter contato com a água, principalmente na sola do pé, ou seja, não pode tomar banho. A pessoa que vendeu essa bebida para ele alertou que após beber Tiquira e molhar o corpo pode ter um grande mau estar. Seguindo essas recomendações ao beber a tiquira procurei tomar banho apenas no dia seguinte, temos que respeitar as crenças.
A Tiquira degustada foi fabricada pela Associação Folclórica Beneficente do Tambor de Crioula da Feira Praia Grande, São Luís (MA). O cheiro é levemente adocicado, a presença do álcool é marcante. O gosto adocicado “queima” na boca, um pouco ácido, não é agradável. O rótulo traz uma frase curiosa: "Estimula o apetite, fecha o corpo e alegria o espírito".
“A tradição determina que no momento do processo da fabricação da tiquira a presença da mulher é restrita devido a crença de que a mulher durante seu período menstrual prejudica a qualidade da bebida” (fonte: http://bambae.blogspot.com/2006/03/tiquira-tiquira-aguardente-de-mandioca.html ).

domingo, 3 de janeiro de 2010
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Alambique
“O destilados de cabeça e de cauda são os principais responsáveis pela “ressaca” e dor de cabeça, devendo ser eliminados. Sua presença na cachaça caracteriza, portanto, um produto de qualidade inferior”.
Alguns alambiques para ter precisão em dividir a cabeça, coração e a cauda, durante a destilação usam de análises químicas ou mesmo de um leitor (alcoômetro). Outros produtores reconhecem a pinga através da observação das bolhas formadas ao sair do alambique.
“É interessante notar que a experiência acumulada de produtores artesanais mineiros permite-lhes estimular o teor alcoólico da cachaça, com boa precisão, baseando-se na observação da ocorrência de bolhas (referidas como aljofre, rosário ou colar) no tanque de recepção do destilado”.
Fonte: Fabricação Artesanal da Cachaça Mineira, José Carlos G. M. Ribeiro.
Foto: Cavic





