sexta-feira, 19 de setembro de 2008

COBRE na CACHAÇA


É durante a destilação em alambique de cobre, que o vinho de cana se transforma em aguardente. Durante esse processo resíduos de cobre acabam indo para a cachaça. O cobre é um metal que acumula no organismo humano causando danos a saúde.
Existe na legislação brasileira um limite aceitável de cobre na cachaça. Preocupados com isso os fabricantes procuram filtrar a cachaça para a retirada do cobre, já os fabricantes clandestinos na maioria das vezes não tem esse cuidado.
A utilização do alambique de cobre na destilação do mosto fermentado de cana favorece na qualidade da bebida, em sabor e aroma. Pois ao ser destilado libera substâncias indesejáveis que é absorvido pelo cobre. Isso reflete no resultado final.


Cavic

Para ter mais informações:

http://www.scielo.br/pdf/cr/v35n6/a33v35n6.pdf
http://www.crearn.com.br/revista/Determinacao%20do%20teor%20de%20cobre%20na%20cachaca_Autor_Johnson%20Pontes_10_01_2008.pdf



sexta-feira, 12 de setembro de 2008











Ilustração: Wagner Jonasson




terça-feira, 9 de setembro de 2008

Carlito Raposa

Foto: Rafael David

Os Bares são ambientes que as vezes necessitamos estar neles!
O bar do Carlito Raposa que foi captado pela percepção visual do Rafael David, mostra bem o reduto dos velhos boêmios, 1939, localizado em Paranaguá (PR) próximo da igreja de São Benedito, o santo protetor dos amantes da aguardente.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

MAIS UMA DOSE




A cachaça em questão: Adega de Minas, série prata, fabricada por José Juracy, Serrania, Minas Gerais. Foi saboreada em 20 de dezembro de 2007. A garrafa de vidro (700ml) formato tradicional voltado para exportação, tampa de alumínio e sem conta-gotas. O contra-rótulo passa informações importantes: fabricacão em 10 de janeiro de 2006, numeração 003, graduação alcoólica 42%, apenas não revela a madeira alegando madeira neutra. É uma cachaça nova descansada.
A informação visual da cachaça é agradável, consta um selo de qualidade. O aroma é doce, remete a um licor. O gosto adocicado perdendo um pouco em relação ao sabor da cana.
Preço: R$ 15,50.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Jennifer Magnética

Tia Ermínia
Ilustração: Cavic


Barbitúricos Blues

Jennifer Magnética

Composição: Jean Stringheta / Edney Cavichioli

Mãe, estou indo pra casa da tia Ermínia
Encontrar algumas meninas que falam de amor sem preconceito
Mãe, o sistema foi amargo comigo
Me empurra coca-cola sem perguntar o porquê
Não leio mais bula, vou direto na pílula
Troco as garotas do clube pelas minhas meninas
Desliga o sistema e vem ver a vida, mãe
Não tomo mais ácido acetil salicílico
Meu problema não é neurológico e nem físico
Tome um barbitúrico e vá deitar antes das oito
Ando sempre sozinho ou mal acompanhado
Não tenho carro, vou à pé
Tenham minhas sandálias que sabem onde pisam
Desliga o sistema e vem ver a vida, mãe
Mãe, nunca mais fui à missa
Mãe, nunca mais fui ao dentista
Mãe, estou indo pra casa da tia Ermínia




Salve os amigos Magnéticos!
Tia Ermínia, proprietária de um prostíbulo localizado na cidade de Ivinhema (MS), isso na década de 90. Ficou muito popular ao ganhar na telesena, diz a "lenda", com o dinheiro do prêmio comprou um carro e reformou o seu estabelecimento comercial.
Para ouvir, Barbitúricos Blues:

http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/jennifermagnetica/



sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Viola-de-cocho




Essa ilustração é uma pequena omenagem ao Seu Manoel, artesão, mestre na fabricação da viola-de-cocho. Tive a oportunidade de conhecer o Seu Manoel em 2003 quando estive em Cuiabá (MT). A viola-de-cocho é muito usada para tocar o cururú, rasqueado e o siriri.

"É inegável o fato de que a partir do momento em que a Viola-de-cocho deixou de ser um elemento presente no cotidiano das pessoas residentes em Mato Grosso, reduziu-se a um instrumento musical executado por uma parcela mínima de herdeiros de sua cultura de manuseio e fabricação. Suas aparições ficaram restritas às "apresentações públicas" de demosntração folclórica mato-grossense, e festas típicas mantidas até hoje por "anjos da guarda" desta preciosa arte regional".
SANTOS, Abel. Viola-de-cocho. Cuiabá: Editora da UFMT, 1993.

Ilustração: Cavic

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

IPI da cachaça aumentará 30% em outubro





A Secretaria da Receita Federal (SRF) vai aumentar em cerca de 30% as alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) incidentes sobre as chamadas bebidas quentes (vinhos, cachaças, uísques, vodcas, entre outras) a partir do mês de outubro, informou ontem o coordenador de Tributação sobre Produtos e Comércio Exterior da Receita Federal, Helder Silva. Segundo ele, a medida deve provocar aumento de 5% nos preços dessas bebidas.

De acordo com o coordenador da Receita, o aumento no imposto se deve ao fato de que desde 2003 essa categoria de produtos não tinha o IPI reajustado. O imposto é cobrado por meio de alíquotas específicas (tecnicamente chamadas de "ad rem"), com um valor em reais, como ocorre com a gasolina, e não em porcentual do valor do produto.

Nesse sistema, o peso da tributação diminui ao longo do tempo, à medida que o preço é reajustado. Com o reajuste, segundo o técnico da Receita, o peso do IPI nos produtos finais deverá voltar ao nível em que estava em 2003.

Em instrução normativa publicada ontem no Diário Oficial da União, a Receita Federal determinou que durante o mês de setembro os fabricantes de bebidas quentes façam um reenquadramento de seus produtos nas faixas de tributação do IPI, já pelos valores reajustados.

Hoje as bebidas quentes são tributadas em um sistema com faixas que vão de A a Z. Segundo Helder Silva, esse tipo de enquadramento leva em conta o critério de preço do produto final. Cada faixa tem uma alíquota de IPI, que varia, já com o reajuste de 30%, de R$ 0,14 por unidade (faixa A) até R$ 17,39 (na faixa Z). As cachaças terão tributação variando de R$ 0,34 para R$ 0,39.

Data: 08/08/2008
Fonte: Último Segundo
Leia a matéria completa




quarta-feira, 13 de agosto de 2008

mídauma
























Gravura:serigrafia, 5/6.
Cavic


sexta-feira, 8 de agosto de 2008

MAIS UMA DOSE



O assunto relacionado “Mais uma Dose” terão comentários sobre apreciação da cachaça. Para começar selecionei a cachaça BENVINDA, bebida que ando saboreando nos últimos dias. Quero deixar bem claro que não é um relato sobre degustação, e sim, de apreciação.

Cachaça BENVINDA.

A forma da garrafa (700 ml) é tipo exportação, tem um rótulo bem apresentado com todas as informações do produto, o contra-rótulo descreve bem as características da bebida. A pinga tem um leve amarelado, quase branca, única destilação. A madeira é o jequitibá-rosa, onde a cachaça é descansada, e não envelhecida, a graduação alcoólica chega aos 40%. O engarrafador F. Pernambuco Ltda., Patos de Minas, MG. A tampa de alumínio não contendo conta-gotas. A composição visual do rótulo é boa. O aroma adocicado, gosto suave, levemente adocicado.


Tomei a mesma cachaça Benvinda um ano antes, e achei diferença entre essa de agora (lote 02, 2005). A anterior tinha sabor mais acentuado, características mais marcantes, sabor rústico. A nova bebida (lote 02, 2005) mostrou ser inferior, passa a sensação de ter sido mais tempo armazenada, ficou mais “adocicada”, perdeu um pouco de qualidade.

Preço: R$ 26,50.



quarta-feira, 6 de agosto de 2008


Ai, corinthians,
Cachaça do torcedor,
Colorido em preto e branco,
Sem preconceito de cor.

Meus 20 anos ( Ai corinthians)
1973


Trecho da música de Paulinho Nogueira em relação ao tempo que o time corinthiano ficou sem ganhar nenhum título.


terça-feira, 5 de agosto de 2008



Velho
Ilustração: Cavic