domingo, 15 de março de 2009

MAIS UMA DOSE


























FOTO1: Leila Levandoski
FOTO 2: Cavic

Visitando Florianópolis (SC), no mercado Municipal experimentei a cachaça Box32. A cachaça é envelhecida, a madeira utilizada é o carvalho, recebeu destaque como uma das melhores cachaças em 2003 pela revista Vinhos Magazine. Produzida em Luiz Alves (SC), garrafa de 750 ml, a graduação alcoólica é de 38%. Apesar de ser uma bebida “badalada”, o seu sabor é muito acentuado para a madeira (carvalho), a coloração é muito intensa, voltada para o caramelo, lembra o uísque, falta o sabor da cana. É uma bebida suave, porém falta o lado rústico da pinga.
Apesar da foto1 estar retratando algumas cervejas, nesse momento estava bebendo a cachaça do Box32.

Preço: R$ 27,50





sexta-feira, 6 de março de 2009

Zé Rico e Milionário


O Milionário e Zé Rico, a cena retrata uma conversa regada pela bendita Cachaça, faz parte do filme “Sonhei com Você”, direção de Ney Sant’anna de 1989.
O Zé Rico é Pernambucano, aparece do lado direito da imagem, viveu no noroeste do Paraná, em Terra Rica, cidade que tenho muito carinho, lugar onde nasci.
Essa imagem foi enviada pelo amigo Juvenal.

Salve Juvenal!

terça-feira, 3 de março de 2009

Charge




A Charge em questão refere-se ao artista Duchamp (1889-1968). Faz parte do conteúdo de uma pesquisa teórica sobre arte contemporânea, elaborado pela educadora Edimara Fagundes.
Charge: Cavic

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

ALAMBIQUE do MARIO














A quantidade de alambiques produzindo cachaça é muito grande.

“Estima-se a existência de 30 mil produtores, somando os legalizados e os clandestinos, quase todos comercializando os pequenos volumes que fabricam no próprio município ou região onde estão sediados. São Paulo é o maior produtor de cachaça industrial. Minas Gerais é o quarto produtor de cachaça, com 6% da produção nacional. Mas é o líder da produção artesanal, com 8.466 alambiques (apenas 500 registrados, 95% clandestinos) e 200 milhões de litros por ano”.

Fonte: Câmara, Marcelo. Cachaça: Prazer Brasileiro. Rio de Janeiro: Mauad, 2004.

As fotos que estão aí retratam o alambique do Mario, localizado em Guabiruba, próximo de Brusque, Santa Catarina. O Mario planta a cana e faz a pinga, o lugar tem um aspecto rústico.
Essas fotos foram tiradas pelo amigo camarada Rafael David.
Salve Rafael...



O Senhor dona da casa
Da licença
Nóis queríamo mostra um sapateadinho de São Gonçalo pro Senhor vê
As violinha ta aqui
O violão também ta
O Senhor tem aquela pinguinha boa aí
Dá um golinho pra nóis...


São Gonçalo do rio Preto (Tavinho Moura)


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009



















Esta imagem do saudoso Mussum, membro ilustre dos Trapalhões, foi elaborada pelo amigo Thessio, Ivinhema (MS).

Salve Thessio...

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

PROSEANDO...



O Seu Ricardo (meu avô), filho de italianos, relatou o seu contato com a cachaça, quando seu pai (meu bisavô) produzia pinga no interior de São Paulo, Promissão. Sua opinião é clara, não gosta da pinga. Lembra fatos curiosos quando menino, onde seu pai falava que ia “mata o bicho”, termo usado para tomar uma dose, ele não entendia, procurando onde estaria escondido o tal do bicho.

O vídeo não é de boa qualidade, o som esta baixo, mas é uma prosa sincera de uma pessoa muito generosa e honesta nas suas palavras.





sábado, 10 de janeiro de 2009




Por profundo desespero eu fui procurar um padre

Não nasci para ser Platão, meu santo, e preciso de um milagre
" Ah, meu filho! Em fé te digo, foste pego pelo rabo
Acendeste vela a Deus mas deste pinga pro diabo"


So Long Boemia (André Christovam)




sábado, 3 de janeiro de 2009

Pinga de qualidade.

A cachaça de qualidade é encontrada em várias regiões do Brasil. Existe uma crença que cachaça Mineira é sinônimo de qualidade, mas não é bem assim. A pinga ruim esta também em todo lugar, um lugar que mantém uma produção de pinga de qualidade é Paraty (RJ), região muito respeitada pelos apreciadores da “bendita”.
No livro Cachaça Artesanal do alambique à mesa, dos autores Atenéia Feijó e Engels Maciel, argumenta bem sobre Paraty:
“Bem, quando o ciclo do ouro terminou, dedicou-se totalmente à produção de aguardente de cana. Toda aquela região da Baía da Ilha Grande chegou a ter 150 engenhos e 10 mil escravizados. Não teve jeito. No século XIX, a fama do nome Paraty significava também cachaça especial. De primeira qualidade. Seria como se fosse o autêntico Champagne...”

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

JOHN WAYNE!?


sábado, 27 de dezembro de 2008

MAIS UMA DOSE


Essa cachaça já faz um bom tempo que foi saboreada (20/12/2007), seu nome: CLANDESTINA, tem como fabricante  Borgatti, Curvelo (MG). A garrafa de 700ml tipo padrão (exportação), o rótulo tem um visual remetendo uma imagem de um “caminhãozinho velho”, já o contra-rótulo falta informações.

O nome da pinga é curioso, mas ela não é uma bebida clandestina, cachaça nova, 44% de graduação alcoólica, o seu aroma lembra o perfume do melado, adocicado. O gosto levemente agressivo, honesta. A madeira utilizada para o descanso da pinga acredito que seja o jequetibá, apesar dessa informação não constar no produto.

Preço: R$ 13,90.



terça-feira, 23 de dezembro de 2008

CACHAÇA de AMEIXA




























Já ouvi falar em cachaça de banana, cachaça de uva, mas de ameixa, nunca. É claro que cachaça tem que ser apenas de cana, as demais tem em comum apenas o fato de serem destilados. O fato curioso dessa aguardente, (que acredito que seja uma cachaça curtida na ameixa) é a forma da sua garrafa, essa bebida foi fotografada pelo camarada Rafael David, na feira que acontece aos domingos pela manhã no Largo da Ordem em Curitiba (PR), no meio de algumas antiguidades.

Fui até o local para ver essa aguardente de perto e conhecer mais sobre a bebida, não encontrei, talvez já tivesse sido vendida. O que chama a atenção além da garrafa, é onde ela foi fotografada, remete em algo vindo do Oriente Médio.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

João bebeu
Toda cachaça da cidade
Bateu com força
Em todo mundo que ele via
Gastou seu bolso
Mas sambou desesperado
Comeu confete
Serpentina
E a fantasia...

Cachaça Mecânica
Composição: Erasmo Carlos/Roberto Carlos