

FOTO1: Leila Levandoski
Preço: R$ 27,50





O Seu Ricardo (meu avô), filho de italianos, relatou o seu contato com a cachaça, quando seu pai (meu bisavô) produzia pinga no interior de São Paulo, Promissão. Sua opinião é clara, não gosta da pinga. Lembra fatos curiosos quando menino, onde seu pai falava que ia “mata o bicho”, termo usado para tomar uma dose, ele não entendia, procurando onde estaria escondido o tal do bicho.
O vídeo não é de boa qualidade, o som esta baixo, mas é uma prosa sincera de uma pessoa muito generosa e honesta nas suas palavras.

Essa cachaça já faz um bom tempo que foi saboreada (20/12/2007), seu nome: CLANDESTINA, tem como fabricante Borgatti, Curvelo (MG). A garrafa de 700ml tipo padrão (exportação), o rótulo tem um visual remetendo uma imagem de um “caminhãozinho velho”, já o contra-rótulo falta informações.
O nome da pinga é curioso, mas ela não é uma bebida clandestina, cachaça nova, 44% de graduação alcoólica, o seu aroma lembra o perfume do melado, adocicado. O gosto levemente agressivo, honesta. A madeira utilizada para o descanso da pinga acredito que seja o jequetibá, apesar dessa informação não constar no produto.
Preço: R$ 13,90.
Já ouvi falar em cachaça de banana, cachaça de uva, mas de ameixa, nunca. É claro que cachaça tem que ser apenas de cana, as demais tem em comum apenas o fato de serem destilados. O fato curioso dessa aguardente, (que acredito que seja uma cachaça curtida na ameixa) é a forma da sua garrafa, essa bebida foi fotografada pelo camarada Rafael David, na feira que acontece aos domingos pela manhã no Largo da Ordem em Curitiba (PR), no meio de algumas antiguidades.
Fui até o local para ver essa aguardente de perto e conhecer mais sobre a bebida, não encontrei, talvez já tivesse sido vendida. O que chama a atenção além da garrafa, é onde ela foi fotografada, remete em algo vindo do Oriente Médio.