Muita mutreta pra levar a situação
Que a gente vai levando de teimoso e de pirraça
E a gente vai tomando e também sem a cachaça
Ninguém segura esse rojão
quinta-feira, 30 de junho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
MAIS UMA DOSE

Produzida e engarrafada por Irai Luiza de Faria – Fazenda Bicué, Abaeté (MG), lote 003, fabricada em novembro de 2009, a cachaça ROXINHA tem um rótulo simples destacando a cor ferente ao nome tendo no contra rótulo informações sobre a bebida.
A pinga é prata (nova descansada), garrafa de 700ml armazenada no Jequitibá valorizando as características do destilado de cana.
Apresenta uma aparência agradável, licorosa. O aroma equilibrado, entre a robustez da pinga nova e a sutil presença da madeira, tonel de jequetibá. O gosto também equilibrado entre o doce e a acidez.
Esta pinga foi um presente do amigo Rafael David que trouxe diretamente do Mercado Central de Belo Horizonte.
Salve Rafael!
Foto: Cavic
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Documentário...

O premiado documentário Estrada Real da Cachaça estreou nesse mês nos cinemas. O filme tem uma linguagem própria, não convencional, mostra bem como a cachaça representa a cultura popular brasileira, começa na cidade de Januária (MG) indo terminar em Paraty (RJ).
O vídeo postado apresenta o final do documentário mostrando a rota da estrada real com a música Eu Bebo Sim de Elizeth Cardoso.
domingo, 19 de junho de 2011
GRASPA artesanal

A Graspa é um destilado feito do bagaço fermentado da uva, sua origem remete ao norte da Itália, ela pode também ser chamada de Grapa, definição que vem da Lombardia. No Brasil chamamos de Graspa devido aos italianos que vieram da região de Vêneto.
A graduação alcoólica da Graspa vai de 38°GL a 54°GL de acordo com a legislação brasileira.
A graspa saboreada vem de Caxias do Sul (RS), fabricada por Ernesto Zanrosso Ind. de vinhos LTDA, a bebida não apresenta registro.
No rótulo não tem informações sobre a bebida, apenas o fato de ser artesanal.
Apresenta uma aparência boa, oleosa, límpida. O aroma é adocicado, uva,erva doce. O sabor também adocicado, uva, álcool presente, acidez no final.
Esta graspa foi um presente da tia Salete Stelatto.
Foto: Cavic
domingo, 12 de junho de 2011
Cachacier é o Cacete!

Brasil, ainda somos colônia!?
O estrangeirismo esta presente na nossa língua e cultura, vemos que em algumas situações isso é exposto de forma exagerada. As pessoas gostam de usar termos envolvendo uma linguagem estrangeira, acreditam que estão sendo cultas ou que isso traga certo prestígio. Vejo que não passa de expressões inúteis que cada vez mais é absorvida por indivíduos que não valorizam a sua cultura local buscando um vocabulário ou mesmo costumes relacionados ao jeito de viver dos norte-americanos e de outros países europeus.
O pesquisador e degustador de cachaça Marcelo Câmara ao desenvolver um curso de Formação Básica de Degustador de Cachaça – Amador e Profissional na cidade do Rio de Janeiro teve uma matéria publicada na Folha edição 09/06/2011 onde foi usado o termo “cachacier” para definir o “degustador de cachaças”. Devido a esse estrangeirismo exacerbado escreveu uma carta a Folha de SP a tal publicação.
Confiram um trecho do texto:
“A expressão canhestra não denomina, não denota, não expressa, nem ao menos sugere conotação com o trabalho do Degustador de Cachaças. Nada significa. Com ela, alguns querem substituir, também, as palavras “Cachaçólogo” (estudioso, pesquisar da cachaça) e “Pingófilo” (bebedor e amante da boa pinga), palavra que criei há vinte anos. Trata-se de mais um mimetismo tolo e burro, um macaquismo irracional, descabido, um modismo vazio, que, desgraçadamente, tem fascinado alguns editores e povoado certa mídia superficial, capenga e precipitada, da qual a Folha não faz parte. O texto chama a mim e aos participantes do Curso de “cachaciers”, uma das asneiras anuladas durante o Curso. Eu rechaço: “Cachacier é o cacete!”. A reportagem, por esta e outras invenções e desvios, é torta e infiel, desastrosa para quem ama de verdade e promove com seriedade a bebida brasileira. Não reportou os fatos do Curso, nem, ao menos, o seu espírito. Contraria e desmente idéias, a linguagem e propostas expostas por mim e, manifestamente, assumidas pelos participantes do evento. E tenta ocultar e reduzir, no mínimo ironizar, todo o meu pensamento sobre a atividade amadora e profissional do Degustador de Cachaças e sobre a bebida brasileira, trabalho que desenvolvo, consciente e responsavelmente, há mais de quarenta anos. Em síntese: quase tudo que foi publicado nada tem a ver com o que realmente aconteceu em Ipanema”.
Marcelo Câmara

Fotos: Cavic
sábado, 11 de junho de 2011
Animação: dia da Matemática
domingo, 29 de maio de 2011
Estrada Real da Cachaça

domingo, 22 de maio de 2011

Ilustração: Cavic
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Esta ilustração foi elaborada com um programa de desenho on line, trata-se do Sketch & Paint, leve e fácil de usar.




domingo, 15 de maio de 2011
MAIS UMA DOSE

A cachaça Pendão é apresentada em garrafa de 700 ml tipo exportação, 42% de graduação alcoólica, o rótulo não é agradável mas passa as informações sobre a bebida.
A Pendão saboreada tem data de fabricação de agosto de 2009, lote 05, produzida e engarrafada por Organizações Onofre Ltda, fazenda Xodó, Itatiaiuçu – MG.
A aparência da cachaça é boa, oleosa, escorre na borda do copo. O aroma de cana com um leve toque de baunilha no final. Por ser uma pinga nova armazenada em dornas de Jequetibá mantém um gosto levemente adocicado, suave, final um pouco ácido, retrogosto leve.
É uma bebida bidestilada, alguns cachacistas definem como um ponto negativo, pois o processo pode interferir na qualidade do sabor e aroma. O próprio Jairo Martins ( http://www.ocachacista.com.br/) afirma que o correto para a cachaça seria uma única destilação.
Esta cachacinha foi uma encomenda que fiz ao amigo Rafael David que trouxe direto do Mercado Central de Belo Horizonte (MG).
Preço: R$ 25,00
Foto: Cavic
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Respeitando a bebida...
Saber beber para beber bem.
Beber uma boa cachaça é muito gratificante, mas para isso devemos ter o respeito no poder de entorpecimento que a bebida pode ocasionar, pequenas doses, equilibrar a bebida com alguns petiscos, intercalar com goles de água é uma das formas de tentar se manter sóbrio.
Sabemos de casos vinculados na mídia onde pessoas irresponsáveis abusam da bebida e trafegam de carro em alta velocidade ocasionando acidentes graves.
O amigo Cleverson Dias elaborou uma história em quadrinhos que retrata muito bem a atitude de pessoas que se embriagam em bares ou postos de gasolina fazendo de seu “Chevrolet” uma arma.
O egoísmo crescente da nossa sociedade e a falta de responsabilidade contribui para tais atitudes.







