terça-feira, 18 de outubro de 2016


sexta-feira, 14 de outubro de 2016

MAIS UMA DOSE




A aguardente Rainha tem um rótulo simples e funcional destacando “desde 1877”.

Produzida e engarrafada por M. Bezerra Cavalcanti e Cia Ltda, engenho Goiamunduba, zona rural de Bananeiras na Paraíba. A garrafa contém 350 ml, mas também é comercializada em 600 ml.

A Rainha já foi mostrada aqui no Mídauma graças ao amigo paraibano Rui Bolivar do bar Pirambeleza.

A bebida tem uma aparência agradável e licorosa no copo. A sua graduação alcoólica é de 50%, pela legislação brasileira esse destilado enquadra em uma aguardente de cana e não cachaça, pois a aguardente remete a bebida com graduação que vai até 54%, enquanto a cachaça é de 38 a 48% de graduação. No nariz vem o cheiro da cana, melado. Na boca é possível sentir o álcool, mas mesmo sendo uma bebida nova, apenas descansa, é fácil de beber e saborosa. 






Foto: Cavic

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Ilustra...

As ilustrações aqui postadas faz parte da série “Livro Trailler”, O Cortiço de Aluísio Azevedo, obra literária publicada em 1890. A animação foi produzida pela Coordenação de Produção Multimídia do qual faço parte.
































Ilustrações: Cavic

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Revolta da Cachaça


O dia 13 de setembro refere-se ao dia nacional da Cachaça, essa data foi definida pelo Ibrac (Instituto Brasileiro da Cachaça).
No século XVII foi proibida a comercialização da Cachaça no Brasil, a corte Portuguesa pretendia apenas permitir a venda da Bagaceira, bebida típica de Portugal. Com isso houve uma revolta que favoreceu a legalização da Cachaça no dia 13 de setembro de 1660, ficando marcado assim como a Revolta da Cachaça.

domingo, 4 de setembro de 2016


sábado, 3 de setembro de 2016

Ilustra...

Véio Caboclo








Ilustração: Cavic

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Cachaça e Literatura



O pesquisador, escritor e degustador de Cachaça Marcelo Câmara divulgou algumas “revelações sobre personalidades da política e da cultura brasileira”. São textos elaborados por ele sobre fatos e curiosidades de várias personalidades brasileiras, uma delas é do escritor Graciliano Ramos, onde escreve sua preferência pela cachaça Azuladinha, bebida que tem a característica de ter cor azulada devido a destilação com cascas de mexerica ou tangerina. A cachaça Laranjinha Celeste é produzida dessa maneira, o cheiro remete a mexerica diferente do que é relatado no texto do Macelo Câmara. Confiram: 

Graciliano Ramos – O genial escritor, ateu, tinha a Bíblia como livro de cabeceira, e só bebia cachaça. E foi assim durante toda a vida. Um amigo meu, seu vizinho no Catete, Rio de Janeiro, me contou que o autor de “Vidas Secas” tinha como companheira uma pinga de nome Azuladinha, do Engenho de Bernardo Rollemberg, de Coruripe, das Alagoas. Degustei-a em 1995. Cachaça mediana, apenas bebível, longe da Excelência Sensorial.
Aliás, o nome da pinga – Azuladinha – é, na verdade, um diminutivo do tipo de cachaça Azulada (pela lei em vigor, hoje, “Cachaça composta”), nascida em Paraty, no Século XIX. Trata-se de uma cachaça nova, branca, que recebe na panela do alambique folhas de tangerina, conferindo-lhe, contra a luz, um tom azulado.
Não há mudança no aroma ou no sabor. No início do Século XX, o Nordeste se apropriou do nome “Azulada”, transformando o tipo de cachaça em várias marcas de cachaça, substituindo as folhas de tangerina por cascas de banana d’água, o que provoca o mesmo efeito cromático.





Ilustração: Cavic

domingo, 14 de agosto de 2016

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

MAIS UMA DOSE



A aguardente composta Laranjinha Celeste é produzida e engarrafada no Sítio Santo Antônio em Paraty (RJ), no mesmo alambique onde é fabricada a cachaça Maria Izabel.
O rótulo é muito bem elaborado, não traz informações sobre a graduação alcoólica e a característica da bebida, a garrafa contém 275 ml.
A Laranjinha Celeste não é uma Cachaça, como utiliza folhas de mexerica no processo de destilação passa a ser uma aguardente composta de acordo com a legislação brasileira. Essa bebida é apenas comercializada diretamente no alambique, foi o que relatou a proprietária Maria Izabel.
A aguardente é límpida, escorre bem na borda do copo, é levemente azulada característica da destilação com casca de mexerica. No nariz vem o cheiro da cana, uva e a mexerica. O sabor é agradável, com uma certa acidez, no retrogosto percebe-se a mexerica.




Foto: Cavic

domingo, 31 de julho de 2016


terça-feira, 19 de julho de 2016

Ilustra...





Quadrinhos: Marcatti

domingo, 17 de julho de 2016

Fermentação na Cachaça


A fermentação é considerada por alguns como a parte mais importante do processo de produção da cachaça. Tem  produtores que são fiéis ao fermento natural, também chamado de fermento caipira, normalmente é usado uma proporção de fubá, farelo de arroz, cana e garapa. A partir dessa mistura os microrganismos presentes irão dar início ao processo de fermentação.
Além do fermento caipira também é utilizado o fermento com leveduras selecionadas, são linhagens com maior resistência favorecendo o processo de fermentação. 

 Levedura para produção de cachaça
  
No processo fermentativo o controle da temperatura é fundamental, o ideal é de 28° a 30°C. Quando finaliza a fermentação se tem o vinho de cana que vai para destilação, uma das características marcante é quando o “vinho” esta limpo, sinal que já acabou a fermentação e a decantação, quanto mais rápido for esse procedimento (decantação) menor a chance de ocorrer uma fermentação acética que pode aumentar a acidez da cachaça.

“O aroma agradável e frutado do mosto durante a fermentação provém da intensa liberação de gás carbônico e dos componentes secundários, álcoois superiores, aldeídos, ácidos e outros. Os acidentes de fermentação decorrem, principalmente, de infecções por bactérias indesejáveis (RIBEIRO,2002, p.87)”.



Confiram esse vídeo sobre a levedura na produção de Cachaça:







 
RIBEIRO, José carlos G. M. Fabricação artesanal da cachaça mineira. Ed. O Lutador, Belo Horinzonte, 2002.


domingo, 19 de junho de 2016

Ilustra...








Ilustração: Cavic