sábado, 5 de agosto de 2017
domingo, 23 de julho de 2017
Tomando uma...
Um boteco com mais de trinta anos,
cerveja com um preço justo, cachaças puras e temperadas, ambiente agradável,
pão com bolinho, rollmops e outros petiscos, esse lugar é a Mercearia das
Famílias também conhecido como o Bar do Luís.
A mercearia teve início em 1983, no
local além de bebidas etílicas vendia pão, leite e gás de cozinha, sendo que o
gás era comercializado dentro do estabelecimento onde todos podiam fumar, algo
proibido nos dias de hoje. O ambiente é muito agradável mantém um cardápio
variado de acordo com o dia da semana, nos domingos abre cedo e por volta do
meio dia acontece um sorteio, comprando um número concorre a uma peça de
costela ou frango assado. O Bar do Luís tem uma clientela fiel, tem um grupo de
veteranos que sempre estão tomando sua dose diária, como o Vicentinho que anima
o bar com suas cantorias. Além do Luís Tramontin seus sobrinhos Fernando, Guga
e Nick assumem o comando do estabelecimento.
Detalhe para os botijões de gás - Foto: acervo Mercearia das Famílias
Cachaças temperadas
Cachaça com guaco
Relembrando os velhos frequentadores
Lista de sorteio da costela
Luís Tramontin
Fernando (centro), um dos sobrinhos do Luís
Mercearia antes da reforma - Foto: acervo Mercearia das Famílias
Vicentinho
Vizinhança da Mercearia
Vicentinho fazendo suas cantorias
Mercearia das Famílias
Bar do Luís
R. Joaquim Amaral 640
Jardim da Américas
Curitiba PR
Fotos: Cavic
quarta-feira, 12 de julho de 2017
terça-feira, 11 de julho de 2017
de Copo e Alma
O ilustre compositor e músico Nelson Cavaquinho é um representante da cultura brasileira, bebedor de cachaça relata algumas aventuras etílicas e momentos da gravação do seu último disco no documentário Nelson de Copo e Alma, produzido por Carlinhos Vergueiro e dirigido por Ruy Solberg.
Algumas de suas frases:
“Remédio é Cana”
“Se cachaça matasse eu tava morto há tantos anos”.
domingo, 25 de junho de 2017
MAIS UMA DOSE
A Cachaça Cobiçada da Paraíba (umburana) tem 39% de graduação alcoólica,
garrafa de um litro. O rótulo é simples, pouco expressivo, destaca uma imagem
fotográfica da arquitetura local do final do século XIX. A bebida é produzida e
engarrafada por ALB Agro Industria LTDA, engenho Martiniano, Serraria (PB).
Essa pinga de lote 005/04 é envelhecida em tonéis de Amburana, madeira
brasileira conhecida também por umburana, cumaru-das-caatingas,
cerejeira.
No visual tem uma coloração amarelada, apresenta uma certa
oleosidade. No nariz a madeira é intensa, vem o cheiro de especiarias como a canela, também
baunilha e mel. Na boca apresenta de início um sabor não
muito agradável, depois vem o gosto forte da madeira com um pouco de acidez.
A Cobiçada foi um presente do amigo Raimundo Nonato Junior.
quinta-feira, 22 de junho de 2017
segunda-feira, 12 de junho de 2017
Alambique Casa Poletto
A cidade de Morretes (PR) é conhecida pela produção de cachaça que teve início no século XVIII, nesse local se encontra o Alambique Casa Poletto que fica na estrada do Anhaia próximo da área central no Km 2,4.
A cana utilizada é a variedade havaianinha, após fermentação e destilação tem como produto final a cachaça Clássica (branca), Premium envelhecida em toneis de carvalho por dois anos, aguardente composta de canela, licores e a Extra Premium envelhecida em tonéis de carvalho por cinco anos. Dessas cachaças três delas foram premiadas no concurso mundial de Bruxelas: Extra Premium 2016, Clássica e a Premium.
Além do alambique funciona uma pousada com salão para eventos, o local está rodeado pela Mata Atlântica.
Rótulos de cachaças produzidas em Morretes
Cachaças premiadas
Sala de degustação
Canavial, variedade havaianinha
Moenda
Dornas de fermentação ao fundo
Alambique
Sala de engarrafamento e rotulagem, Sadi Poletto/proprietário
Tanque de armazenamento
Sala de maturação
Vídeo sobre o Alambique Casa Poletto produzido pela RPC TV programa Plug:
Fotos: Cavic
quarta-feira, 7 de junho de 2017
sexta-feira, 2 de junho de 2017
Comendo com Cachaça
A combinação do brownie com Cachaça envelhecida é muito bem-vinda.
A amiga Tania Bonassa elaborou um brownie com cacau e nozes e uma quantidade certa de açúcar que foi saboreado com a Cachaça Ouro de Morretes extra premium envelhecida por cinco anos em tonéis de carvalho. Uma mordida no brownie, mastiga e mastiga formando uma “papa”, depois um bom gole da cachaça, a força do álcool perde o poder e o sabor de baunilha vindo da madeira vai de encontro ao doce...ótima sensação.
Foto: Cavic
terça-feira, 30 de maio de 2017
domingo, 28 de maio de 2017
MAIS UMA DOSE
A cachaça Minas Brasil tem rótulo bem elaborado com imagem
de uma igreja barroca contendo o selo da AMPAQ (Associação Mineira dos Produtos
de Cachaça de Qualidade), produzida e engarrafada por Agropecuária Porto
LTDA, fazenda do Porto, zona rural de Cordislância (MG). A garrafa é de 700 ml
tipo exportação com 40% de graduação alcoólica.
No copo a bebida tem bastante “perna”, escorre bem na borda,
levemente amarelada. No nariz vem o cheiro da cana e da madeira, sendo que é
envelhecida em barril de carvalho. Na boca é agradável mantendo uma certa robustez
apesar de ser envelhecida. Essa pinga foi uma encomenda entregue pelo amigo
Marcos Romeu.
Foto: Cavic
terça-feira, 23 de maio de 2017
Cachaça na Foto
O disco A Banda Tropicalista do Duprat de 1968 do próprio maestro Rogério Duprat está entre os 100 discos mais psicodélicos do Brasil entre 1968 – 1975, citado no livro Lindo Sonho Delirante do jornalista Bento Araujo.
A capa trás uma referência ao disco dos Beatles Sgt. Pepper`s Lonely Hearts Club Band, nela apresenta várias figuras relacionadas a cultura brasileira, como um mestre-sala com a porta bandeira, bananeiras, uma índia e a mais nobre/popular bebida brasileira, a cachaça, representada por uma garrafa de Pitú, bebida pernambucana da cidade de Vitória de Santo Antão que foi fundada em 1938. Outro detalhe curioso é o bumbo de bateria com a imagem do maestro Duprat.
quinta-feira, 6 de abril de 2017
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