segunda-feira, 17 de agosto de 2009

alambique Porto Morretes

O alambique esta localizado em Morretes (PR), produz a cachaça Porto Morretes, a cana usada não contém agrotóxicos ou adubos químicos, com isso elaboram uma pinga orgânica. A cidade de Morretes é famosa pelas suas cachaças, inclusive o termo Morretiana é sinônimo de cachaça. A produção resume em dois tipos de cachaça: a envelhecida e a branca (nova), andei experimentando as duas, achei mais saborosa a branca.
Site:
http://www.portomorretes.com.br/





O caldo de cana é fermentado em dornas de inox.



A cachaça envelhecida em tonéis de carvalho.

Em primeiro plano detalhe do alambique, no segundo plano fumaça saindo da caldeira.





Alambiques de cobre.


Fotos: Cavic





domingo, 9 de agosto de 2009

Renato Andrade, algo a dizer!?


Padronizar a Pinga

O interesse sobre padronização da cachaça para ter uma maior aceitação no mercado externo é grande, o argumento seria que a cachaça tem uma variação muito grande na sua acidez e nos compostos químicos. Mas a padronização tem que ser bem estudada, pois a identidade de cada cachaça tem que ser respeitada. A produção de uma pinga de qualidade sempre existe a preocupação na padronização, seja ela na graduação alcoólica ou mesmo na sua cor, quando envelhecida em madeira.
“A cachaça de qualidade ou de “coração” possui um grau alcoólico entre 46 a 54% em volume. Tendo em vista a preferência dos consumidores por um produto mais suave, com graduação alcoólica entre 39 e 42%, há necessidade de fazer a sua diluição. Recomenda-se o uso de água destilada ou deionizada”.

Fonte: Fabricação Artesanal da Cachaça Mineira, José Carlos G. M. Ribeiro.



sábado, 25 de julho de 2009

Casamento animado


Estou divulgando uma animação que foi encomendada para um casamento, a noiva elaborou o texto e a escolha da música.
A animação esta hospedada no youtube, ela não esta com o áudio original devido ao problema de direitos autorais, por esse motivo o próprio site definiu um novo áudio a partir do tempo da animação.


domingo, 19 de julho de 2009

MAIS UMA DOSE






A cachaça Nêga Fulô é apresentada em dois tipos de garrafa, uma de vidro e outra em cerâmica. A pinga degustada foi a de cerâmica que tem uma forma remetendo para uma moringa, não tem rótulo, no fundo da garrafa tem um papel colado trazendo algumas informações. A garrafa em terra cota valoriza muito a cachaça. A criação da garrafa é do escultor Geraldo Simplício, o nêgo, cujo seu nome artístico esta gravado na garrafa.
A cachaça é envelhecida em carvalho, 700 ml, vedação em cortiça, 43 % de graduação alcoólica, sem data de fabricação. O fabricante: Fazenda Soledade Ltda, Nova Friburgo, RJ.
O aroma é bom, harmonioso, a madeira (carvalho) vem de forma sutil. O sabor é macio, a madeira é equilibrada com o sabor da pinga.
A Nêga Fulô tem mais dois tipos de cachaça, isso pode ser conferido no site: http://www.negafulo.com.br/, que por sinal é bem elaborado.


Preço: R$ 51,15.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Animação

Essa animação foi desenvolvida no setor Multimeios, onde foi ao ar na Tv Paulo Freire, ambos da Secretaria de Educação do Estado do Paraná, participei elaborando o storyboard, criação dos personagens e animação dos personagens. Além de mim várias pessoas estiveram envolvidas, é só conferir os créditos no final da animação.




sexta-feira, 26 de junho de 2009

Em busca de uma boa bebida.




A cachaça envelhecida na maioria das vezes é usado madeiras que interferem na qualidade da bebida. O texto a seguir do estudioso e pingófilo Marcelo Câmara, argumenta justamente isso, e questiona
algumas cachaças mineiras sobre a sua qualidade.
Quem produz cachaça de qualidade, com excelência sensorial, exibe, com orgulho, a nova (branca e fresca), pingada na ponta do alambique, a descansada em madeiras quase neutras e a envelhecida em madeiras adequadas, com disciplina e esmero, sob as rigorosas normas físico-químicas e ambientais da boa técnica do envelhecimento. Tudo isto sem temores, sem subterfúgios, sem tergiversações, sem ladinagens. Onde está a Cachaça Anísio Santiago? É temeroso apresentá-la. Certamente é ruim, imbebível. Qualquer alambiqueiro sábio, competente e honesto sabe que nenhuma cachaça armazenada por mais de três ou, no máximo, quatro anos, especialmente em madeiras agressivas, como o aromático bálsamo, não permanece cachaça, e não se torna, verdadeiramente, cachaça envelhecida. O resultado são extratos de madeira com álcool, aquelas às quais um mestre alambiqueiro chamou de “pingas de pau”. E isto é o que acontece com quem não obtém uma cachaça com excelência sensorial, pura e limpa, de aroma agradável, saborosa, de boa degustação e digestibilidade. A saída, o recurso, é mascarar a sua má qualidade sensorial, maquiá-la com a madeira que fascina e engana o consumidor comum, acostumada a beber cachaças ruins, nauseabundas, artesanais ou industriais, amadeirá-la rápida e intensamente com lenhos agressivos e crus, ou, lenta e excessivamente, com qualquer madeira, mesmo as agressivas curtidas, que tenham hospedado exclusivamente cachaça por décadas.
Marcelo Câmara
Ilustração: Cavic

sexta-feira, 19 de junho de 2009

domingo, 7 de junho de 2009

pinga "Cura Veado"

A militância gay do Paraná anda louca da vida. Uma empresa colocou à venda uma cachaça com o rótulo "Cura Veado", em que se vê um homem desmunhecado, de batom, unhas vermelhas, sobrancelhas arqueadas, cílios postiços e com os cabelos tingidos de rosa.
Líderes do movimento gay dizem ver preconceito e discriminação, ao passar a idéia de que a homossexualidade é doença e pode ser curada, e afirmam terem virado motivo de piadas de mau gosto.
Por R$ 9,90, a "Cura Veado" pode ser comprada em duas lojas da Magic Center em Curitiba e on-line no site da empresa. A ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais) enviou um ofício à empresa pedindo que ela "se dignifique a retirar o referido rótulo do produto, considerando-se que ele contribui para o preconceito e a discriminação, pois transmite uma idéia errônea da realidade homossexual, além de fazer deste cidadão objeto de riso".

VINÍCIUS QUEIROZ GALVÃO
Fonte: Folha de São Paulo, 30/11/2008.



Nomes desse tipo: cura veado, nabunda, amansa corno e outros, sempre estiveram presentes no mercado de pingas, claro que nesse caso do Paraná é preconceituoso, a ABGLT esta com toda a razão. Os fabricantes da pinga poderiam ser mais criativos como a cachaça de mesmo nome fabricada em São Lourenço (MG), que remete um rótulo mais elaborado (ver imagem).
Provavelmente essa cachaça produzida aqui no Paraná não deve ser de boa qualidade.










domingo, 24 de maio de 2009

MAIS UMA DOSE



















A Maria Bacana, cachaça que foi saboreada em Presidente Prudente (SP) , na casa do primo amigo irmão Valter Cavicchioli.
A garrafa tipo exportação, remete no rótulo um retrato de uma mulher, 700ml, 39% de graduação alcoólica, artesanal, envelhecida. Tem como fabricante Cachaça do Brasil Agro Industrial Ltda, Fazendinha, Rolândia, Paraná.
A pinga mantém uma viscosidade, o rótulo é funcional. Nas impressões gustativas é razoável, apenas honesta, o final é levemente ácida. O perfume é mediano, falta o cheiro da cana.
A cachaça é orgânica, apesar de não constar no rótulo. O José Carlos, responsável da produção da Maria Bacana relatou que a pinga é orgânica e armazenada em tonéis de aço inox, envelhecendo de forma induzida através de micro oxigenação com equipamento importado da Itália, onde é usado por vinícolas e destilarias de uísque na Europa. Essas informações não consta no rótulo, apenas define como um destilado envelhecido em tonéis de madeira, ou seja, informações errada.
Não tenho o preço dessa pinga, foi um presente do amigo Sileno ,de Mirante do Paranapanema (SP).




Foto: Cavic






terça-feira, 19 de maio de 2009

terça-feira, 12 de maio de 2009

O MEZ

Essa imagem é muito curiosa, remete a uma propaganda de um comercio de bebidas vinculada no jornal “O MEZ”, de 1917 em Paranaguá (PR). A conversa em torno de onde beber uma pinga em um ambiente agradável. O lugar apropriado é a Casa Candal, com o seu lema: “vender barato para vender muito”.
Quem enviou essa preciosidade foi o maior colaborador do MIDAUMA, o amigo Rafael David.

Valeu Rafael.








domingo, 3 de maio de 2009

Ai, corinthians,
Cachaça do torcedor,
Colorido em preto e branco,
Sem preconceito de cor.


Meus 20 anos ( Ai corinthians),
Paulinho Nogueira,
1973.